::Pra rir um pouquim!!!::

Recebi por e-mail essas “pérolas” (de autoria desconhecida) da Ceci e nao posso deixar de dividi-las com vocês. Preparem-se para rir comigo! 🙂

NUDEZ MINEIRA
Dois cumpadre de Uberaba tavam bem sossegadim fumando seus respectivo
cigarrim de paia e proseano.
Conversa vai, conversa vem, eis que a certa altura um deles pergunta
pro outro: – Cumpadre, u quê quiocê acha desse negóço de nudez?
– No que o outro respondeu:
– Acho bão, sô! O outro ficou assim, pensativo, meditativo…e perguntou de novo:
– Ocê acha bão purcaus diquê, cumpadre?
E o outro: – Uai! É mió nudês do que nunosso, né mesmo?

SUTILEZA MINEIRA
O cumpadi, há muito tempo de olho na cumadi, aproveitô a ausência do
cumpadi e resolveu fazer uma visitinha para ver se ela não carecia de
arguma coisa… Chegando lá, os dois meio sem jeito, não estavam acostumados a ficar a sós….falaram sobre o tempo….
– Será qui chove?
– Pois é….. Ficô um grande silêncio…..
Aí, o cumpadi se enche de corage e resorve quebrá o gelo:
– Cumadi….qui qui ocê acha: trepemo ou tomemo um café?
– Ah, cumpadi…cê mi pegô sem pó…..

TREM CAIPIRA
Uma mulher estava esperando o trem na estação ferroviária de Varginha,
quando sentiu uma vontade de ir urgentemente ao banheiro. Foi….
Quando voltou, o trem já tinha partido. Ela começou a chorar.
Nesse momento, chegou um mineiro, compadeceu-se dela e perguntou:
– Purcaus diquê qui a sinhora tá chorano?
– É que eu fui urinar e o trem partiu…..
– Uai, dona! Por caus dissu num precisa chorá não…tenho certeza
bissoluta qui a sinhora já nasceu com esse trem partido….

CUNVERSA DE MINEIRIM
– Cumpadi, muié é bicho estranho, num é mêsss???
– Num gosta di pescá…..
– Num gosta di futebor…
– Num sabi contá piada…
– Num toma umas pinguinha….
– Óia, cumpadi….si num tivesse xoxota, eu nem cumprimentava.

MUIÉ MINEIRA
Os dois cumpadres pitavam o cigarrim de paia e prosiavam. Um deles
pergunta: – Ô cumpadre, cumé que chama mesmo aquela coisa que as muié tem (faz
um sinal com as duas mãos), quentim, cabeludim, que a gente gosta, é
vermeia e que come terra?
– Uai…quentim… vermeia..? A gente gosta? Uái sô, só pode ser
xoxota. Mas eu num sabia que comia terra, sô!!
O outro dá uma pitada no cigarro:
– Pois come, cumpadre. Só di mim, cumeu treis fazenda.

DIPROMA
O velho fazendeiro do interior de Minas está em sua sala, proseando
com um amigo, quando um menino passa correndo por ali.
Ele chama: – Diproma, vai falar para sua avó trazer um cafèzinho aqui pra visita!

E o amigo estranha:
– Mas que nome engraçado tem esse menino!! É seu parente?
– É meu neto! Eu chamo ele assim porque mandei a minha filha estudar
em Belzonte e ela voltou com ele!

MINEIRIM NO RIDIJANEIRO
Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismado cas praia, pé discarço. sem
camisa, caquele carção samba canção, sem cueca pur dibacho.
Os cariocas zombano, contano piada de mineiro. Alheio a tudo, o
mineirim olhou pro marzão e num se güentô: correu a toda velocidade e
deu um mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré e tudo mais.
Quando saiu, o carção de ticido finim tava transparente e grudadim na
pele. Tudu mundo na praia tava oiano pro tamanho do ‘amigão’ que o
mineirim tinha. O bicho ia até pertim do juêio…A turma nunca tinha
visto coisa igual. As muié cum sorrisão, os homi roxo dinveja, só
tinham olhos pro bicho.
O mineirim intão percebeu a situação, ficou todo envergonhado e
gritou: -Qui qui foi, uai? Seus bobãum… vão dizê qui quando oceis pula na
agua fria, o pintim doceis num incói tamém…?

TRAIÇÃO À MINEIRA
O amigo chega pro Carzeduardo e fala:
– Carzeduardo, sua muié tá te traino co Arcide.
– Magina!! Ela num trai eu não. Cê tá inganado, sô.
– Carzeduardo! Toda veiz qui ocê sai pra trabaiá, o Arcide vai pra
sua casa e prega ferro nela.
– Duvido! Ele não teria corage….
– Mais teve! Pode confiri.
Indignado com o que o amigo diz, o Carzeduardo finge que sai de casa,
sesconde dentro do guarda-roupa e fica olhando pela fresta da porta.
Logo vê sua mulher levando o Arcide para dentro do quarto pra começar
a sacanage. Mais tarde, ele encontra com o amigo, que lhe pergunta o que houve.
E então, o Carzeduardo relata cabisbaixo:
– Foi terrive di vê!!!… ele jogou ela na cama, tirou a brusa…. e
os peito caiu….tirou a carcinha…e a barriga e a bunda dispencaro..
…. tirou as meia…e apariceu aquelas varizaiada toda, as perna
tudo cabiluda. E eu dentro do guarda roupa, cas mãos no rosto,
pensava: ‘Ai…qui vergonha do Arcide!!!’

UAI SÔ
Um mineirinho bom de cama, passando por New York, pega uma americana e parte para os finalmentes.
Durante a relação, a americana fica louca e começa a gritar:
Once more, once more, once more….. (tradução de once more: ‘mais
uma vez’)
E o mineirinho responde desesperado:
– Beozonte, Beozonte, Beozonte…..

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