Archive for janeiro \31\+01:00 2021

::Opiniões sobre o livro HERstory – escreva a sua história!::

31/01/2021

Decidi abrir esta cantinho para ir juntando as opiniões sobre meu novo livro, pois escritor escreve e se não prestar atenção, acaba deixando de juntar um dos mais preciosos tesouros da escrita: o retorno de seus leitores!

Foto por Ann H em Pexels.com

Vamos a alguns deles:

Lena:

“Recomendo! Terminando seu livro agora, quero te propor uma parceria: neste ano quero dar o seu livro para cada cliente que eu atendo (como doula e educadora perinatal).”

E depois de alguns dias…

“Comprei 50 livros seus!”

E assim eu vendi, pela primeira vez na minha vida de escritora, 51 livros para uma só pessoa!

°°°

Paula:

“Estou amando o seu livro! Ele é fortalecedor para nós mulheres!”

°°°

Nadiane:

“Gostei muito do seu livro!! Parabéns!! Acaba sendo um ato corajoso expor um pouco de sua história para empoderar/inspirar mulheres! Muito lindo da sua parte!”

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“Um livro que inspira pelas histórias de várias mulheres e da própria Sandra Santos, que compartilha conosco um pouco de si. Gratidão por este gesto de sororidade! E parabéns por mais um belo trabalho!”

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Simoni:

“Comprei seu livro há alguns dias na Amazon. E hoje, meio tristinha, tirei o dia para ler. Foi uma ótima companhia para mim e pra minha autossabotagem. Muitas reflexões. Obrigada por compartilhar suas experiências e fazer pensar. Gratidão por me apresentar a tantas mulheres inspiradoras. Anotei todas as indicações. Que venham mais livros!”

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Samara:

“Estou lendo o HERstory junto do meu namorado. Que bom que encontrei vocês, ele é um homem de família que impulsiona, como o seu livro!”

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Meggi:

“Parabéns, minha amiga virtual de tantos anos, Sandra, por mais uma obra perfeita! Demorei mas consegui terminar depois de alguns contratempos! Amei o conteúdo não só de mulheres que marcaram uma época para sua independência, também você deixa a gente conhecer a autora! Só tenho que recomendar! Parabéns e já estou curiosa para conhecer sua próxima obra! Bjs”

Lu:

“Querida poderosa Amiga: Não quero tirar o mérito das suas outras obras, mas o Herstory, uma vez que cai na mão da gente, ele nos prende na cadeira. Estou amando a leitura!!! Parabéns por conseguir nos prender na cadeira, no sofá, na cama….Parabéns por aumentar nossa vontade de gostar de ler, de aprender e viver!” 🥰

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Paulo:

“A nossa cultura apaga as mulheres em todos os sentidos. Silencia as mulheres, na literatura, na ciência. Sempre é o homem falando, o homem contando história, o homem que se destaca. Só daí já dá para perceber a importância de uma obra como a sua, que deve ser lida tanto por homens quanto por mulheres.”

Veja a live completa com o Paulo no dia do lançamento do HERstory aqui.

::Dúvida cruel::

31/01/2021
Foto por Olya Kobruseva em Pexels.com

Escrito depois que passei, por “acaso”, por vários posts de homens atacando mulheres nas mídias sociais e conversei com meu marido sobre o tema, que tampouco soube me dar resposta para a minha pergunta…

Queridos homens

(alguns deles,

ainda bem

que não são todos!)

De onde vem este ódio

pelas mulheres

que os leva a atacá-las

de forma generalizada?

As mulheres andam pela lua

Fazendo poesia

Se apoiando

Oferecendo colo

Praticando sororidade

Alguns homens

Andam pela vida

Pelas mídias sociais

Reduzindo mulheres

Rindo e se debochando

Talvez medo, talvez desafeto

Que mãe formou um ser assim?

Agora diga lá!

De onde vem este ódio

Ou será que é medo?

Vamos, venham

de mãos dadas

Construir um mundo melhor!

Conjugar o verbo amar

De igual pra igual

Nos apoiar

Sandra Santos – 31/01/21

::O HERstory está disponível no mundo todo!::

23/01/2021

Ótima novidade! Meu novo livro HERstory está disponível para entrega mundial pela buobooks, uma livraria mundial em português!

Veja abaixo outras opções para adquirir o 💞HERstory – escreva a sua história! 💞:

– direto comigo para quem mora na Europa (somente mais alguns volumes!);

– com a Páginas Editora no Brasil;

– como e-book ou livro pela Amazon (qualquer site em todo o mundo).

Boa leitura! 🦋🌈

::Bem isso!::

23/01/2021

::O que uma pessoa viajando do Brasil para a Alemanha tem que observar durante a pandemia?::

23/01/2021

As coisas andam meio doidas e as listas não param. Estatísticas dominam nosso dia a dia, números que tentam explicar a realidade mas na realidade são só miragem dela. Como garantir que os dados retratam a realidade de cada país? E mesmo que isso aconteça, será só um retrato de duas semanas atrás. O que acontece hoje só é retratado daqui a duas semanas, ou a miragem do que aconteceu hoje.

Pois bem, e como é comum que um vírus mute, mesmo se não viajássemos, ele sofreria mutações mesmo assim. Incrivelmente poderia ser possível (e já foi provado que realmente é possível) encontrar a mesma mutação do vírus em vários locais do mundo, pois o vírus pode se alterar da mesma forma, de forma independente e em diferentes partes do mundo. Mas mesmo assim, quanto menos as pessoas viajarem, e mais pessoas se vacinarem, maior será o combate à pandemia sob o ponto de vista global.

No momento fala-se principalmente das mutações identificadas na Inglaterra, na África do Sul e por último no Brasil, sendo que a mutação do Brasil é a vinda de Manaus, e todos nós sabemos o que anda acontecendo por lá. Não se tem dados ainda do que essas mutações realmente significam, e por via das dúvidas os países procuram se proteger do que poderia significar o colapso do seu sistema de saúde. Depois da Itália e da Inglaterra já terem proibido a entrada de brasileiros em seu território desde o meio de janeiro deste ano, a Alemanha decide tomar novas medidas também, menos drásticas, mas mesmo assim considerando o risco da entrada de mutações no país. A partir de amanhã, 24/01/21, a Alemanha passa a determinar medidas para contenção de contaminação classificando vários países dentro de três grupos, e é em um deles que se encontra o Brasil.

As três categorias são as seguintes:

– Áreas de risco “normais”: São países ou regiões acima de um limiar (também chamado de valor de incidência) de 50 novas infecções por 100.000 habitantes nos últimos sete dias. Isto se aplica atualmente a quase toda a Europa, com exceção de áreas individuais na Grécia, Finlândia, Noruega, Áustria e Dinamarca. No mundo inteiro, mais de 100 países são áreas de risco.

– Áreas de alta incidência: Estes são países com taxas de infecção significativamente mais elevadas do que na Alemanha. Como regra, estes incluem países com um valor de incidência acima de 200 (incidência atual na Alemanha: 115). Entretanto, outros países abaixo desta marca também podem ser declarados “áreas de alta incidência” sob certas condições. A partir de domingo, além dos países já mencionados, os seguintes países correm um risco particularmente alto: Albânia, Andorra, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Estônia, Irã, Israel e os Territórios Palestinos, Colômbia, Kosovo, Letônia, Líbano, Lituânia, México, Montenegro, Macedônia do Norte, Panamá, Portugal, Sérvia, Eslovênia e os Emirados Árabes Unidos.

– Áreas de variantes de vírus: Estas são áreas onde surgiram variantes mais contagiosas do coronavírus. Até o momento, o Reino Unido, a Irlanda, a África do Sul e o Brasil se enquadram nesta categoria.

Viajantes de áreas de risco “normais” devem ser testados para corona o mais tardar 48 horas após a entrada na Alemanha. Além disso, eles devem permanecer em quarentena por dez dias, embora possam ser liberados da quarentena prematuramente, fazendo um segundo teste negativo a partir do quinto dia. A diferença nas áreas de alta incidência e variante de vírus: O teste já deve ser feito no máximo 48 horas antes da entrada. Além disso, as regras de isenção para quarentena podem ser restritas. Entretanto, este é um assunto para os estados federais alemães definirem de forma individual.

Fonte: matéria da revista alemã Der Spiegel de 22/01/21

::As diferenças entre os sexos e a pandemia::

21/01/2021

Muito já tinha sido escrito sobre o fato de que homens parecem se infectar mais com o coronavírus do que mulheres, mas até hoje não tinha lido uma reportagem que reunisse de forma clara e convincente as razões para tal. Parece ser um misto de questões evolucionárias, sociais, genéticas e hormonais.

Leia o resumo da pesquisa neste artigo da Folha de São Paulo. E aqui o artigo original da revista Science.

::Minimalismo x consumismo: do que precisamos mesmo para viver?::

21/01/2021

Assisti a um documentário feito antes da pandemia, que discute o que realmente precisamos para viver, como a propaganda nos influencia e o quão pouco costumamos refletir antes de adquirir algum bem material.

A família abaixo passou por um experimento durante uma semana. Veja como eles reagiram ao fato de terem abdicado de seus pertences e as decisões do que queriam ter em suas vidas novamente.

Para quem não quiser ou não tiver tempo de ver todo o documentário, recomendo assistir a parte onde a mãe e a filha visitam os pais/avós, que moram ao lado da família e contam um pouco de suas experiências durante e depois da 2a. Guerra Mundial. mini

::Como alcançamos a expansão da consciência::

19/01/2021

Falando em viagens internas e sobre a pandemia, ela está cheia de boas surpresas, em ambos os casos! Tinha tocado neste tema no podcast do VM80D, e “por acaso” me deparei com mais um texto lindo da Anya Piffer, que sou compelida a partilhar abaixo.

Antes, queria contar um caso de transmimento de pensação que aconteceu recentemente comigo. Há uma semana atrás, ouvi a música Lemon Tree e pensei que daria pra fazer um cover ótimo com ela sobre a pandemia. Ontem recebi de uma amiga inglesa o cover pronto, com letra feita por ela, música cantada e tocada por ela. Ficou fantástico!

Bom, voltando à Anya Piffer, abaixo o texto dela, que republico do site Somos Todos Um. Creio piamente na viagem a que ela se refere, e sei que ela é a mais importante a ser feita durante a nossa vida. Qual é? Leia abaixo e deixe seu comentário!

Como alcançamos a expansão da consciência

Existe uma razão maior que nos une a todos neste processo de aceleração que temos passado em nosso planeta. Somos fontes de um mesmo propósito coletivo. Esse propósito nos encaminha para alcançarmos a nossa expansão de consciência, e no processo de alcançar a expansão da nossa consciência, adentramos num novo mundo e tomamos posse do real sentido de estarmos aqui.

Esse processo não se resume em arguir a nossa mente para saber como fazer, mas sim, em escavar os nossos porões emocionais e nos deparar com o nosso maior desafio que é olhar para dentro de nós mesmos e vermos todos os pontos que precisamos ajustar.

Criamos uma revolução interna e isso nos dá um pânico danado só de pensar no grande trabalho que teremos pela frente para escavar ainda mais profundamente a cada momento que descobrirmos que chegamos a algum lugar. Por que não há lugar nenhum para chegar. E não se trata de um percurso calculado matematicamente.

Olhar para dentro é aprender a fazer uma das viagens mais longas da nossa vida, cuja importância não pode ser comparada, nem de longe, a atravessarmos os continentes. Essa longa e importante viagem é a travessia entre a mente e o coração. Uma longa jornada, e quem sabe a viagem mais esperada por nós e também a mais temida.

Encontrar esse eixo que nos levará para dentro da nossa grande jornada interna é o caminho para iniciarmos a travessia de um lado ao outro, entre o mundo externo até o mundo interno, entre o viver e o existir, entre o estreito e o largo. São muitas expressões para nos levar a visualizar esse caminho e conseguir expandir nossa consciência ao ponto de não necessitarmos olhar para trás, por que o ontem não existirá mais.

Nesta fase descobrimos que só existe o hoje – que é o nosso maior triunfo. Trabalharemos na expressão do hoje, do aqui e agora, do existir em nossa essência e não somente em nossa mente. E assim, vamos contornando os caminhos e seguindo em direção ao propósito maior da Criação: nossa evolução.

Estejamos permissivos para que essa evolução entre e nos acesse. Estejamos conscientes e prontos para a travessia. Só assim estaremos prontos para responder a nós mesmos o que viemos fazer aqui.

E neste momento, será muito provável, que a resposta ficará somente para si mesmo.

Anya Piffer

07/07/2020

::Volta ao mundo com a Mineirinha – podcast VM80F::

19/01/2021

Um amigo da Índia sugeriu que eu participasse de um podcast produzido no interior mineiro sobre viagens e fotografia, o Volta ao Mundo em 80 Fotos. Obrigada, Gau!

Daí surgiu um bate-papo com o Marcos e o Júlio onde falamos de viagens dentro e fora do ser humano, sobre fotografia, pandemia e tantas outras coisas mais. Ficou curioso? Ouça o podcast aqui ou em outra plataforma na internet e depois me conte sua impressão sobre ele!

::’A Ressurreição Feminina’ e mais um pouco do livro HERstory::

13/01/2021

Os caminhos que me fizeram chegar ao meu novo livro HERstory passam por todos os anos da minha vida e certamente se concentram naqueles meses do primeiro lockdown durante a pandemia de 2020, quando, há quase um ano atrás, eu recebi um newsletter me convidando para participar de encontros por Zoom sobre crescimento pessoal, inspirado em Viktor Frankl.

Através desses encontros, dos quais participo até hoje, fiz valiosas amizades durante este tempo louco da pandemia, e enquanto tantos se isolam e se encasulam, eu meio que ressurgi em mim mesma, reunindo muitas das minhas reflexões pessoais – que acredito serem de valia também para outras pessoas – no meu novo livro HERstory – escreva a sua história! Nos últimos dois dias, aliás, aconteceu um fato inédito na minha “carreira” de escritora: vendi quase 60 livros em dois dias, 51 deles para a mesma pessoa que leu meu livro e comprou outros 50 para presentear para suas clientes. Gratidão imensa por este presente!!!

Mas voltando ao grupo, uma das pessoas que considero ser um dos maiores tesouros do grupo de crescimento pessoal é a arte-terapeuta Isa Levy, cujo trabalho eu admiro muito, além de prezar muito sua pessoa. Ela atende em Londres, escreveu um livro e me deu um presente maravilhoso de 50 anos. Trata-se da imagem da pintura que é a mais representativa dos 450 quadros que ela pintou, em sua maioria, entre os 50 e os 60 anos, ‘A Ressurreição Feminina’.

Female Resurrection – Isa Levy

Confesso que quando ganhei aquela imagem não sabia o que fazer com ela. Agradeci, a guardei em um canto do meu laptop, até que a mensagem chegou até a mim e fiquei emocionada! Aquela pintura poderia fazer parte do livro que eu estava escrevendo! Escrevi para ela e perguntei se ela concordava com a minha proposta, e ela disse que a imagem era um presente e como tal eu o poderia usar como quisesse. Com a ajuda da minha filha, e a figura da Isa, a capa do livro nasceu e o meu novo projeto ganhou uma identidade visual.

Hoje a Isa mandou um link para uma entrevista que ela deu para uma página judaica. Nela, assim como no livro que escreveu e nas pinturas que pintou, ela conta um pouco de sua trajetória e da dificuldade de achar seu lugar no mundo como uma filha não-conformista de judeus, nascida logo depois do peso da 2ª Guerra Mundial em 1948.

Antes de ler a entrevista, eu tinha dado uma passada na sua página profissional como arte-terapeuta. Quanta beleza! Ela consegue expressar a beleza de seu ser na página, acredito que provavelmente as pessoas se sintam convidadas a interagir com ela através daquela expressão de quem ela e do que ela acredita. Ela é realmente uma pessoa autêntica, centrada, um presente da vida para mim!

No artigo que comentei anteriormente, ela explica como a figura que ela me deu de presente surgiu na vida dela:

“Em minha pintura enorme de 2,10 x 1,50 m – ‘A Ressurreição Feminina’ – eu estava me conformando com a morte de minha mãe e outras quatro mulheres também, algumas delas da minha idade. Eu questionava como se poderia celebrar a vida, enquanto ao mesmo tempo experimentava uma infinidade de mulheres ao meu redor morrendo; talvez uma parte de mim também estivesse morrendo. Ao mesmo tempo, eu havia herdado uma tela muito grande de 2,10 x 1,50 m em branco – sempre querendo trabalhar em uma tela tão grande – esta era a minha oportunidade.

Decidi colocar a fêmea na cruz comemorando as perdas femininas como um símbolo do sofrimento feminino que se assemelhava a uma cena de crucificação.

O que meu conceito original não previa, era que a figura central perderia a cabeça durante o processo de pintura e não deixaria espaço para eu retificar o problema; mas uma vez superado o choque, pude ver que havia se tornado uma cena de transcendência, respondendo à minha pergunta original – “como se pode segurar o sofrimento e a celebração da vida ao mesmo tempo” – ela havia ressuscitado. Foi realmente um milagre; e assim chamei o quadro de ‘Ressurreição Feminina’ – uma imagem transcendente de sofrimento e transformação.”

Isa Levy

Quer saber mais sobre a tela e sobre nossos livros? Leia o texto completo da entrevista (em inglês) aqui. Nossos livros podem ser encontrados em várias plataformas da Amazon ao redor do mundo, tanto aqui quanto aqui, por exemplo. A Isa também oferece sessões de psicoterapia por Skype!


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