::Lugares Apaixonantes pelo Brasil::

01/08/2020

Mais um projeto 100% voluntário e solidário do qual participei, junto de 70 produtores de conteúdo espalhados pelo Brasil e pelo mundo! Vem pra mostrar como é LINDO o nosso Brasil e apoiar pessoas em situação de vulnerabilidade. Já atingimos 35% da meta! Contribua você também e conheça 135 destinos no Brasil! 🇧🇷❤️

Onde acessar: por meio do link https://combatecovid.org/guiasolidario 

Como contribuir: o e-book será distribuído como recompensa para quem fizer uma doação a partir de R$ 10 para a iniciativa, valor mínimo para cobrir os custos da plataforma. Qualquer valor acima disso será muito bem-vindo! 🙏🥰🇧🇷🦋🌈

Produtores de conteúdo participantes do projeto.

Leia aqui o release completo e mais detalhes do projeto. Contribua! Vc vai amar, garanto! ❤️

::Tem novo livro vindo por aí!…::

20/07/2020
Não percam o lançamento! No livro, conto a história de superação do meu marido, Matthias. 🥰
Invitation for the launch of the new anthology where I tell my husband’s overcoming story. ❤️

Clique aqui para acessar o link do lançamento no Zoom.

::Encontro do Mulherio das Letras Paraná – Dia 1::

18/07/2020

O primeiro dia do encontro do Mulherio das Letras organizado pelo Mulherio das Letras Paraná já deixou marcas e boas lembranças.

Tivemos a Samantha Abreu falando sobre O Lugar do Poeta. Ela nos deu uma ideia de quantas escritoras, prosistas e poetisas brasileiras foram esquecidas e atacadas durante a História, que permitiu que poucas delas se sobressaíssem no cenário literário nacional, pois houve muitas vezes a tentativa de calar suas vozes, atacá-las diretamente ou sua família.

A Samantha nos ensinou que houveram até agora cinco ondas da literatura brasileira, a saber:

  • 1a. onda: 1830-1870 – educação básica, alfabetização da mulher, direito a ler e escrever;
  • 2a. onda: 1870-1920 – direito ao voto (sufragistas, jornalistas, militantes)
  • 3a. onda: 1920-1970 – sexualidade, desejo, literatura com temas femininos
  • 4a. onda: 1970-2020 – resistência e questionamento ao Golpe Militar e à Ditadura. Foi quando o movimento Mulherio que deu origem ao atual Mulherio das Letras foi fundado, em 1981 através da Fundação Carlos Chagas;
  • 5a. onda: começando em 2020, o período atual mostra um repuxe na História, onde a repressão impera de novo e tenta-se mais uma vez calar a voz da mulher e, muitas vezes, lhe negar o lugar de fala. A consequência tende a ser um tsunami ainda maior e mais forte, influenciando a produção feminina e feminista atual. Continuemos escrevendo e nos comunicando, apoiando umas às outras, em plena sororidade e reconhecimento de que nós temos e devemos falar sobre temas que estão diretamente ligados a nós.

A Samantha falou sobre várias escritoras brasileiras desconhecidas e perguntou, acertadamente, por que elas desapareceram da História e dos livros escolares.

A minha Roda de Conversa (disponível a partir de amanhã no YouTube) que tive o prazer de moderar a convite da Marilia Kubota, com a participação de Leida Reis (MG), Jeovânia Pinheiro (RN) e Vanessa Ratton (SP) tocou nos temas da expressão conjunta de coletâneas femininas. Falamos sobre com o encontro, a troca e a diversidade da expressão feminina é importante, discutimos o preconceito contra este tipo de literatura e por que ele não é (ainda) considerado para prêmios literários. Constatamos que desde 2017, o selo Mulherio das Letras já lançou várias coletâneas, algumas das quais tive o prazer de participar tanto como escritora e poetisa quando como curadora. Nós, como curadoras de coletâneas, levantamos a importância desse meio de expressão, lembrando que as trocas ficam ainda mais fortes quando saem do virtual para o real e que juntas, somos sempre mais fortes! Falamos sobre a literatura infantil, a literatura que dá visibilidade a mulheres (também negras) e da importância de incentivar a produção literária desde a tenra infância. Fomos unânimes em coro quando afirmamos que devemos apoiar as lideranças femininas e, através de nossos projetos, apoiar a arte e o trabalho feminino também no campo da correção, diagramação, produção, edição, impressão e distribuição de nossos livros, em um grande campo de sororidade que reverbera para todas e para o mundo. Comentamos também que o Mulherio das Letras tem conseguido se expressar também no exterior, já tendo contado por exemplo com coletâneas já produzidas na Alemanha e em Portugal. Falei bem rapidinho do meu projeto atual de livro, o HERstory – escreva a sua história!, informando que busco também a sugestão de temas e do que a mulher quer ler em um livro que quer empoderar mulheres para que elas vivam as vidas que elas queiram viver.

O terceiro bloco que assisti foi sobre a Violência Doméstica e Felinicídio, tema apresentado por Daniella Rech e um grupo de peso que vive e atua no Paraná. Ficou claro que o feminicídio tem aumentado e que temos que, juntas, combatê-lo pela raiz, que (ainda) faz parte da cultura machista brasileira. Até então eu não tinha noção do quão agressivos os atos de feminicídio no Brasil são, pois geralmente a mulher é atacada no pescoço, rosto e coração, em regra por parceiros e ex-parceiros que desfiguram a mulher, destroem seus rostos na ideia de posse, ódio e no entendimento de que se não podem tê-las como seus objetos de uso pessoal, irão destruí-las também para outros… Ficou claro que ainda há muitas mulheres que têm medo de denunciar a violência que lhes acomete, que não é claramente só física, mas também psicológica, e acontece de várias formas tais como p.ex. coerção, manipulação, retirada de participação e de expressão, desconsideração no ambiente familiar e na educação dos filhos, assédio, etc., culminando com a violência visível física e, muitas vezes, com a morte.

O código penal brasileiro, através do artigo 139, que foi escrito em 1940, ainda limita muito a definição do que é a violência contra a mulher e temos que ficar constantemente alertas, denunciar casos e fazer valer a nossa voz através do voto e da participação política para ir, aos poucos, mudando esse quadro alarmante onde o Brasil aparece como líder em mortes por feminicídio e também de pessoas trans. Portanto, as punições deveriam ser ainda mais severas para ajudar a cortar o mal pela raiz e a nos tirar desta triste liderança mundial…

Mas por que a violência, muitas vezes, não é denunciada? Foram levantadas tantas razões pelas participantes! Vamos ver se eu consigo reunir algumas delas:

  • Desconhecimento pessoal da definição do que é um ato de violência;
  • Falta de recursos e/ou dependência financeira do parceiro;
  • Crença de que o ato foi isolado e de que se trata de um acontecimento pontual, de que o parceiro vai mudar;
  • Desconhecimento de seus direitos e de onde buscar ajuda contra a violência;
  • Medo de perder o emprego (quando a agressão acontece dentro da empresa onde trabalham);
  • Medo de que o companheiro ou marido perca seu emprego;
  • Medo de buscar ajuda e de não receber apoio p.ex. na delegacia, de ser ridicularizada;
  • Vergonha, medo de se expor, medo de mostrar a honra denegrida;
  • Medo de denunciar e ter que rever o agressor;
  • Opinião de que não adianta denunciar, porque nada irá ser feito efetivamente contra o agressor;
  • Sentimento de culpa da própria mulher que sofreu a agressão, tomando o lugar do agressor;
  • E muitos outros medos e receios, conscientes ou não.

Como uma pessoa que também já foi alvo de agressão, incentivo mulheres a terem consciência dos tipos de violência e de denunciar SIM, quer seja sozinhas, quer seja de forma coletiva. E a mostrar limites desde o início dos relacionamentos, não esperando que os sinais aumentem para agir, quando muitas vezes já pode ser tarde demais. O problema entre homem e mulher não é um problema dentro das quatro paredes, mas sim um problema da sociedade. A mulher retratada pelo olhar e fala do outro já é uma forma de violência! Quando nós mulheres nos expressamos na arte, muitas vezes falamos daquilo que povoa a nossa mente, como nossos medos (do machismo, de nos expressarmos, de usarem nosso corpo, medo de homem e medo de morrer, também por feminicídio, medo de opressão, estupro, apagamento, falta de lugar, perda ou ausência da conquista do lugar da fala)…

Falemos! Escrevamos! Busquemos nos expressar com sororidade e apoio mútuo! Hoje tem mais discussão no encontro do Mulherio das Letras Paraná! Todas acessíveis através do canal do YouTube. E a partir de amanhã as discussões de ontem também estarão disponíveis no YouTube. Continuemos as trocas! Já somos quase 7.000 escritoras brasileiras e provavelmente o maior encontro feminino brasileiro da atualidade. Temos que ter consciência da nossa força que não está limitada ao Brasil, mas ecoa no mundo.

::Mulherio das Letras – Roda de Conversa::

16/07/2020

Amanhã na sexta-feira, 17/07/20, teremos uma roda de conversa promovida pelo Mulherio das Letras sobre coletâneas de mulheres.

A moderação ficará por minha conta, com participação das curadoras e escritoras Vanessa Ratton, Leida Reis e Jeovânia Pinheiro.

::Mulherio das Letras::

08/07/2020

Já somos quase 7 mil mulheres escritoras espalhadas pelo mundo! Na sexta que vem vou estar moderando uma roda de discussão sobre coletâneas femininas em língua portuguesa no Brasil e no mundo! E que venham mais livros e mais coletâneas femininas! Continuamos firmes e fortes na produção de arte sob a perspectiva feminina!

::Redução do imposto de circulação de mercadorias na Alemanha::

07/07/2020

Mesmo no caso de quem acha a palavra longa ou não entende a sigla, mas mora na Alemanha, vai se interessar pela notícia: o governo alemão reduziu o imposto de circulação de mercadorias entre 01/07-31/12/20 para incentivar o consumo. Em alemão o nome é Mehrwersteuer ou a sigla MwSt.

Agora pagamos 16% ao invés de 19% e no caso do imposto reduzido 5% ao invés de 7%.

Para quem compra um pão ou um do item pode parecer pouco, mas se fizer compras maiores, não deixe de checar se o imposto foi reduzido! Não existe obrigação por parte das empresas de repassar essa redução, mas grandes cadeias de empresas já anunciaram que repassarão a redução para o consumidor final.

Semana passada fomos comprar um móvel e algumas coisas para nossa cozinha. Depois de vermos uma pessoa fazendo o mesmo, pedimos a redução e economizamos alguns euríticos. Fica a dica!

Fontes: diversas, já que a medida foi anunciada em todos os meios de comunicação na Alemanha, dentre elas este artigo.

::Mineirinha n’Alemanha::

03/07/2020

Há alguns meses atrás o meu primeiro livro, o Mineirinha n’Alemanha, foi escolhido pelo Celso da Batatolândia com um dos 6 livros mais importantes para entender os alemães e a Alemanha. Como escritora, foi uma grande honra ser colocada ao lado de João Ubaldo Ribeiro!

Hoje recebi um retorno de uma leitora sobre o livro, o que demonstra sua atemporalidade e me deixou de novo muito feliz com mais um feedback positivo sobre ele:

“Terminei seu livro e gostei muito! Pena que não li antes de vir pra Alemanha; teria me poupado muitos perrengues! 😊

Seu livro é muito interessante e muito informativo também! Compartilhamos muitas experiências, mas com pontos de vista diferentes! Muitos legal ver isso!

Realmente o seu é um livro necessário, de utilidade pública!”

::Pote da gratidão::

18/06/2020

Comecei ontem meu “pote da gratidão”, que sugiro para todos vocês, ainda mais em tempos difíceis como os de agora. A cada dia, você pensa em algo por que sentiu gratidão, escreve e coloca no seu pote. No final do ano, ou quando estiver de baixo astral, abre o pote e dá uma lida nas suas mensagens para você mesmo. Pode ser uma grande surpresa! 🥰🙏❤️

::Sentimento de gratidão::

16/06/2020

Um sentimento de gratidão enorme, desses que quase deixa o coração da gente explodir dentro do peito, é o que sinto no momento ao voltar ao questionário que eu fiz há umas semanas atrás e verificar o resultado do mesmo!

Quando preparei esse questionário, recebi ajuda de todos os lados, mas por outro lado algumas pessoas me perguntaram quanto investiria para conseguir respostas e algumas diziam que o questionário tinha ficado muito longo (o que é verdade) e que tinham receio de que muitos abririam o arquivo, mas não completariam todas as perguntas.

O resultado final é de que 121 (!) pessoas contribuíram para uma pesquisa bastante extensa, que me possibilitará avaliar ainda melhor os desejos e expectativas de quem está buscando um emprego no exterior, mas especificamente na Europa. E dessas 121 pessoas, 72 pessoas deixaram seu endereço de e-mail para serem informadas sobre o projeto da Connexx e para participar de um sorteio de um livro.

Acabo de fazer o sorteio (usando um random number generator na internet)… and the winner is

Kaka Furst!

Como não sei se é alguém que fala português, acabo de enviar um e-mail em inglês oferecendo um ou dois livros meus autografados ou um livro à escolha da pessoa no valor de 20 euros, caso ela não fale português.

Se você sabe quem ela é, diga pra dar uma olhada na sua caixa postal!

Queria deixar mais uma vez um grande agradecimento a todos que participaram. Um projeto não pode andar pra frente se muitas pessoas não derem sua parcela de contribuição. E no caso da Connexx, constato que recebi muito apoio! Por isso, sinto pura gratidão!!!

::Vá embora::

11/06/2020

O que vcs acham da nova letra do blog? Gostaram?!? Se soubesse que era tão fácil mudar para uma letra maior e mais legível, já o teria feito há anos! Vivendo e aprendendo!…

Tive o prazer de conhecer virtualmente o Roberto Farias por indicação do Tamer e por ocasião da confecção do meu novo projeto que se chama CONNEXX. Trata-se de uma plataforma de empregos na Europa, um local para motivar, inspirar e informar pessoas que estejam em busca de uma oportunidade de emprego no exterior. Estou bem no comecinho deste projeto e o Roberto foi quem fez o logotipo da CONNEXX para mim, que aliás, ficou muito marcante na minha opinião. O que vcs acham dele?

Para quem tem um pensamento holístico feito eu, adorei o serviço dele, que baseia a produção do logotipo nos arquétipos de Carl Gustav Jung. Ele fez vários materiais de marketing também e ainda tenho que colocar a mão na massa com mais ardor para usar tudo o que ele lindamente e carinhosamente produziu para mim. Aliás, aceito voluntários e dicas de artigos são sempre bem-vindas! Em especial me interessa tudo e qualquer coisa que possa ajudar uma pessoa a realizar seu sonho internacional. A plataforma é só em inglês mas não se acanhe: se o texto for bom, eu traduzo a essência dele e não hesitarei em publicá-lo! Como a plataforma de empregos ainda está sendo desenvolvida, o site está no momento sem nenhuma renda, por isso estou em busca de voluntários mesmo e gente que se prontifique a apostar na ideia, aceitando ser pago assim que o negócio for pra frente. As áreas onde o suporte é bem-vindo são variadas: SEO, marketing, TI e conteúdo, dentre outras. Outras ideias minhas para a página:

  • Oferecer um guia de serviços no exterior para estrangeiros (de imobiliárias, a médicos, serviços de assistência ao estrangeiro, etc.);
  • Avaliar mais pra frente os valores das empresas com um maior número de vagas e dar destaque para elas. Buscar “casar” empresa e candidato através de seus valores, atingindo assim um relacionamento mais profundo e duradouro.

Bom, e qual não foi a minha surpresa ao ganhar de presente do Roberto dois livros no final do processo da criação do logotipo! E olha que eu nem sabia que ele também era autor!

Como na hora de escolher seus serviços, decisão que tomei em questão de segundos, ao abrir o seu primeiro livro me identifiquei logo nas primeiras linhas, quando ele começa falando sobre o sentimento de deixar sua pátria para trás para ir morar no exterior. Para tanto ele usa as palavras da Antônia do Divã:

“Conselho de amigo. Vá embora. Vá embora do trabalho que te atormenta. Dessa relação que você sabe que não vai dar certo. Vá embora “da galera” que está presente ou te procura quando convém. Vá embora da casa dos teus pais. Do teu país. Da sala. Vá embora. Por minutos, por anos ou para a vida. Se ausente, nem que seja para se encontrar com você mesmo. Quando voltar, se voltar, vai ver as coisas de uma outra perspectiva, lá de cima do avião. Vai ver as coisas do tamanho que elas realmente são.”

Fonte: O Céu que se Cuide – Roberto Farias, YesBooks Editorial, 2016 e website da Antônia do Divã.


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