Posts Tagged ‘amor’

::Morre uma estrela::

21/06/2016

Quando me separei do meu ex-marido, finalmente me vi livre e voltei a ser dona da minha própria vida novamente, recuperando aos poucos minha auto-estima, meu nome, minha identidade… Foi, dentre outros, no livro desta grande escritora que descansei minha alma e juntei forças para continuar acreditando no amor, apesar de tudo. Por acaso fiquei sabendo que ela morreu ontem. E gostaria de prestar uma singela homenagem, apesar de não concordar com parte do que ela defendia. Não sou adepta nem do aborto e muito menos da eutanásia. Mas quem disse que tenho que concordar com tudo para considerar uma outra pessoa digna de respeito e admiração?

Fazendo uma pequena pesquisa na internet, descobri que há um filme baseado em um de seus maiores sucessos: Sal sobre a nossa pele, que tenho que ver! Alguém o conhece? Parece que quando esse livro foi lançado, em alemão Salz auf unserer Haut, em 1988, ele foi um escândalo e tanto!…

Que ela, Benoîte Groult, possa descansar em paz. Alguns de seus pensamentos, que devem servir para nós de lembrança de que a vida de muitas mulheres já foi muito, muito mais desigual que a nossa, mas estamos longe de atingir a sociedade egualitária que nos é de direito:

I was a Latin teacher, but being born a woman, I was considered incapable. Of course, I lived most of my married life before contraception and experienced the dark ages of illegal abortion. I had to ask my husband’s authorization to open a bank account to put in the money I had earned by my own work. And many other incapacities.

Eu era uma professora de latim, mas por ser mulher, era considerada incapaz. Claro que me casei antes da pílula anticoncepcional e experimentei a era negra do aborto ilegal. Tive que pedir licença ao meu marido para abrir uma conta de banco para guardar o dinheiro que eu recebia com o esforço do meu próprio trabalho. Além de muitas outras incapacidades.

Letzten Endes kommt es einzig darauf an, dass man seine Kinder liebt. Doch wenn man zu Hause eingesperrt ist, fängt man irgendwann an, die Kinder zu hassen. Ich hätte jeden Job angenommen, um nicht 24 Stunden am Tag auf mein Muttersein beschränkt zu sein.

No final das contas o mais importante é que amemos nossos filhos. Pois quando estamos presas às nossas casas, podemos começar a odiar nossas crianças. Eu teria aceitado qualquer tipo de trabalho para não ficar presa às atividades maternais durante 24 horas por dia.

Als ich 25 war und als Journalistin arbeitete, hatte ich immer noch kein Wahlrecht! In Deutschland konnten Frauen schon in den zwanziger Jahren wählen, das Wahlrecht für Frauen wurde in Frankreich erst 1944 eingeführt. 

Quando eu tinha 25 anos de idade e trabalhava como jornalista, não tinha o direito de voto! Na Alemanha as mulheres já tinham conquistado esse direito nos anos vinte, enquanto o direito ao voto feminino na França só foi institucionalizado em 1944.

Vermutlich muss man geraume Zeit in der Haut eines Menschen verbringen, der einem nicht ähnelt, ehe man zu dem wird, der man ist. Oder vielleicht hat man auch all diese vielfältigen Figuren in sich und muss von einer befreien, ehe man zur nächsten werden kann.

Talvez seja necessário viver a vida de outra pessoa por determinado tempo, para que possamos nos tornar quem somos. Ou talvez todas essas figuras vivam dentro de nós e temos que nos libertar de uma, para que a outra se torne realidade.

 

Groult era uma das feministas mais conhecidas da França. Enquanto François Mitterand estava no poder, ela liderou uma comissão que buscava denominações femininas para profissões até então só masculinas. Ela lutou pelo direito do aborto, da pílula anticoncepcional e mais tarde pelo direito à eutanásia.

Segundo ela mesma, Groult se tornou feminista contra sua própria vontade, porque teve muita dificuldade de ser feminina. Ela continuou como feminista, porque as mulheres alcançaram muitos avanços no âmbito privado, mas muito poucos no campo político. No começo dos anos 90 ela reconheceu que o movimento feminino estava perdendo forças. Em 1992, em Paris, ela declarou ao jornal “Stuttgarter Nachrichten” (Notícias de Estugarda), que o “feminismo estava fora de moda e o poder tinha voltado às mãos dos homens como há 20 anos atrás”.

A autora foi casada três vezes, teve um amante durante cinco décadas e no anel de seu último casamento tinha gravado, a pedido do marido que propôs um relacionamento aberto, “liberdade, igualdade e fidelidade”. Eles consideravam ser possível ter uma vida independente, inclusive sexualmente, enquanto demonstravam fidelidade em outros níveis e respeito um ao outro.

Groult morreu aos 96 anos na noite de terça-feira, 20 de junho de 2016, enquanto dormia. Como desejou, segundo informações de sua filha, sem dores. Do contrário, ela teria optado pela eutanásia, pois achava que a vida só valia a pena se pudesse ser vivida de maneira digna.

Que ela sirva de exemplo e inspiração para nós, para que não constatemos como ela, daqui a 20 anos, que não houve avanço nenhum para as mulheres. Pois, se não prestarmos atenção ao andar da carruagem, até corremos o risco de perder o que já alcançamos. Que saibamos agir nesse mundo de mídia social, onde é tão fácil aprender, elogiar e ofender, evitando toda e qualquer oportunidade onde a mulher é vendida como um produto de decoração, um ornamento bonito, um ser impensante mas bonitinho que esta ali, parado, sem voz, quieto no seu lugar, ou, no máximo, dançando como nas tardes de domingo da tevê brasileira. No dia a dia, temos que nos unir evitando piadinhas de mau gosto que denigrem a loira, logicamente burra, a dona de casa, com mãos pequenas para alcançar todo e qualquer cantinho, e tantas outras funções femininas. Dou graças a Deus por não ter vindo ao mundo na época em que uma mulher não tinha direitos que hoje são considerados óbvios, tampouco queria ter visto uma sociedade como a de Muhammad Ali, onde um negro não tinha o direito de pedir um café num bar da cidade, mas se olharmos bem para a nossa atualidade, veremos que ainda há muitas, insuportáveis aberrações, o mundo anda louco, e o machismo impera, calado e senhor de si, certo de seu poder.

P.S.: Se alguém quiser usar esta plataforma para homenagear alguma mulher, favor deixar um comentário abaixo. Eu e muitas outras leitoras, com certeza também leitores, agradecemos!

P.S.2-Por acaso, hoje, depois de 2.769 anos, uma mulher tomou o poder de Roma e será prefeita da cidade. Os nossos parabéns pra ela!

Fontes: página da autora no Facebook, reportagem da revista Spiegel e Brigitte Woman, página da Wikipedia.

::Amizade sem brigas::

26/07/2014

Você tem um amigo com quem nunca brigou?

Eu tenho uma amiga assim, e ela tem 68 anos. É a única amiga de idade alemã, ex-colega de trabalho, com quem dividi o mesmo escritório de 1998 até o ano de 2000.

Os anos se passaram, e nossa amizade continuou. E eu nunca tinha percebido que nunca tinha brigado com ela. Ursula me chamou atenção para este fato da última vez que a visitei. Como não poderia deixar de ser, eu faço tudo errado, e ela me ama mesmo assim. Ela desculpa o fato de que eu marco um horário e não consigo chegar no horário combinado na casa dela. Chego de mãos vazias, apressada de um lugar pro outro, no meio da correria da vida de segunda a sexta, suando com o sol europeu, com o qual muitos do Brasil acreditariam que não seria suficiente para suar. Chego de mãos abanando e sou recepcionada com um sorriso, com um café, com a melhor porcelana, com biscoitinhos e carinhos. Ela nasceu no mesmo dia do meu marido e de um ex-namorado meu. Coincidência? Eu sempre fui rodeada de leões, o signo, iso é o que quero dizer. E apesar de ser leonina, durona, decidida, orgulhosa, de opinião inabalável e muito senhora de si, ela gosta de mim e eu dela. Amor gratuito. Simples assim.

Foi dela que recebi a oferta do “du”, o tu em português, que tem um significado tão especial de aceitação e respeito, de abertura de portas e escancaramento de janelas psicológicas, logo no primeiro dia de trabalho. O comentário veio acompanhado de um sorriso:

Mädel, du gefählst mir, du darfst mich duzen. (Menina, gostei de você, pode me chamar de Ursula).

Com esta oferta, para a qual nem soube dar tanto valor há tantos anos atrás, eu ganhei uma amiga para sempre. Ela tem me acompanhado nos sobes e deces da vida nesses 16 anos que nos conhecemos e nunca deixou de acreditar em mim. Quando eu faltava ao trabalho, por motivo de doença, minha ou da Taísa, ou por passar férias em algum canto, voltava ao escritório e minha mesa estava limpa, ela tinha feito todo o trabalho. Um grande exemplo de solidariedade que levei para a vida. A única vez que veio me visitar em casa foi quando o Daniel veio ao mundo, em 2005. E eu não sou a melhor amiga do mundo no que diz respeito a ligar sempre, acompanhar a vida do outro, portanto passamos alguns anos sem muito contato, mas a chama da amizade nunca apagou.

Há alguns anos atrás tive um trabalho perto da casa dela. Passei a ir lá com mais frequência, falávamos do passado, do hoje, dos filhos, do meu trabalho, de quando ela trabalhava, do nosso mínimo passado comum. Na mesa dela, a foto do marido morto que eu nunca conheci. Eu poderia ser filha dela. Ela tem uma filha única da mesma idade que eu, que só conheco por foto. Um dia ela me perguntou se poderia cortar um cachinho meu pra mostrar pra filha dela. Lógico que concordei. Se estou lá e ela atende o telefone, altera a fala do alemão padrão para o dialeto, que eu por sorte também entendo, e comenta que está recebendo visita de uma amiga querida que vem do Brasil.

Da última vez saí da casa dela com vários presentinhos: um vidrinho de marmelada, ervas do seu jardim, amor embalado pra levar pra casa. Da próxima vez vou lhe trazer uns potinhos de flores pra enfeitar sua entrada, nem de todo voada eu sou. Mas o carinho gratuito dela me deixa feliz e perplexa, pois amor gratuito e sem interesse é algo difícl de se achar neste mundo de cão.

Fonte de inspiração: texto escrito logo após de assistir o filme “Das Labyrinth der Wörter” (em português “Minhas tardes com Margheritte), que também fala de uma bela amizade entre gerações diferentes, cujo livro também li, indico por ser muito lindo e bem escrito. Ele é de autoria de Marie-Sabine Roger.

::Mãe – Desnecessária::

08/05/2014

MÃE – DESNECESSÁRIA.

“Dê a quem você ama: asas para voar, raízes para voltar e motivos para ficar.” (Dalai Lama)

::Pensamento do dia – Das fronteiras físicas e imagináveis::

11/07/2012

“Meu sonho é apagar as linhas dos mapas, derrubar fronteiras, muros, barreiras que separam pessoas, países, mundos, corações. É morar numa casa única, de respeito, comunhão e amor, onde quer que estejamos.”

Lílian Miranda Costa, minha prima-irmã

“Mein Traum ist die Linien der Landkarten, Grenzen und Mauer zu löschen weil diese Menschen, Länder, Welten und Herzen trennen (können). Ich würde gerne in einem einzigen Haus (Welt) leben, mit Respekt, ehrlichem Austausch und Liebe, unabhängig davon wo wir uns befinden”.

Lílian Miranda Costa, meine Cousine-Schwester

P.S.-Não fiquei muito satisfeita com a tradução em alemão. Se tiver sugestões, elas serão muito bem-vindas!

::Frases do Grande Poeta, Carlos Drummond de Andrade::

27/06/2011

“A amizade é um meio de nos isolarmos da humanidade cultivando algumas pessoas.”

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“A minha vontade é forte, mas a minha disposição de obedecer-lhe é fraca.”

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“Os homens distinguem-se pelo que fazem, as mulheres pelo que levam os homens a fazer.”

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“Há duas épocas na vida, infância e velhice, em que a felicidade está numa caixa de bombons.”

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“No adultério há pelo menos três pessoas que se enganam.”

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“Como as plantas a amizade não deve ser muito nem pouco regada.”

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“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.”

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“Há vários motivos para não se amar uma pessoa e um só para amá-la.”

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“Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.”

Fonte: Pensador.Info

::Da nossa eterna mania de achar que a vida do outro é melhor::

04/01/2011

Pronto. Hoje ouvi no rádio uma entrevista que me fez pensar. Era de um cara que tinha se proposto a não propor nada para o ano de 2011. Você reagiria talvez com a indagação: “Que cara estranho!”, mas eu, cá comigo, achei o cara o máximo. Ele disse que as pessoas têm mania de se olhar em fotos de outros tempos e de se sentir estranhas em si próprias, não sabendo mais quem são, quem eram, quem foram todas aquelas “outras” pessoas, e que há uma tendência generalizada pela insatisfação, daí a idealização e no próximo passo vem o desejo de alcançar isso ou aquilo, mudar “tudo”, querer “xyz” no ano novo (e só mudar o botãozinho para “sou feliz” se isso for alcançado), achar que só é possível ser feliz morando em tal lugar, etc.

A verdade é que toda vida é, por muitas horas, sem graça, muita gente se sente só, inútil, igual aos demais, num “trote” do dia-a-dia, afundado na areia movediça da tecnologia, domado pela rapidez dos tempos modernos, e pouca gente pára pra pensar que quase todo mundo se sente assim. A idealização nos leva a pensar que “lá” seria melhor do que aqui, que com “fulano” seria melhor do que com “ciclano”, que a vida do outro é muito melhor, e o muro das lamentações vai crescendo a cada dia um pouco mais.

As grandes mudanças acontecem devagarzinho, lá no nosso íntimo, cá conosco, são (em sua grande maioria) fruto de trabalho anterior árduo, as alegrias são tão rápidas que às vezes as reconhecemos como tais e já se foram, e (quase) todo mundo tem que dar duro pra ter o que tem/ser o que é, não importa onde quer que esteja neste mundão de Deus. Uma grande parte da vida é bastidor, uns pedaços imperdíveis são partes integrantes da minha vida, da sua, da dele(a). Tem neguinho ralando pra tudo quanto é lado. O sofrimento existe. O amor também. Temos mais é que aproveitar o calor humano pertinho da gente. Não há sentido na vida sem o tal calorzinho. E temos que ter paciência entre um momento e o outro. Que pensemos nisso.

Ainda assim, tomei até agora algumas resoluções firmes pra 2011: trabalhar mais devagar, ao mesmo tempo prestar atenção aos sinais do meu corpo, e continuar sorrindo pra vida.

Texto também inspirado neste daqui do blog “Cartas à Filo-Sofia”.

::Eternamente romântica::

16/10/2008

Fui assistir ontem com amigas este filme água com açúcar (título em alemão “Das Lächeln der Sterne”, O sorriso das estrelas, com Richard Gere e Diane Lane):

No caminho para o cinema, fiquei sabendo que a Madonna e o Guy Ritchie vão se separar. Para falar a verdade, fiquei triste pelos dois. Como já dizia Erica Jong, feminista americana :

“O perfeito homem é aquele que vê o melhor de nós e que se agarra ao ideal da nossa pessoa, mesmo quando nós mesmas duvidamos dele. Seu amor é dirigido não somente àquela que somos, mas também àquela que poderemos vir a nos tornar. Com esta visão ele nos ajuda a encontrar o caminho para nosso verdadeiro Eu. Confiantes de nós, podemos então fazê-lo ainda mais forte, refletindo o melhor dele em nós mesmas. No passado eu era fascinada por tentar entender por que os relacionamentos chegam a um fim. Hoje eu acho muito mais interessante entender o que é capaz de manter um casamento. Um casamento que tem futuro está em processo de constante mudança. O homem perfeito muda a mulher perfeita. Os dois estão ligados pela aceitação de se deixarem ser mudados”.

::Love Vegas, visita da minha irmã, jornalismo e a busca do eu::

05/10/2008

Assisti pela segunda vez um filme DVD que a Taísa comprou, Love Vegas. Trata-se de uma história de amor onde duas pessoas se casam embriagadas em Las Vegas e ganham na mesma noite 3 milhões de dólares num cassino. Perante o juiz, são “condenadas” a viverem juntas por seis meses para testar a vida em casal, inclusive sessões de terapia de casal obrigatórias. O filme mostra o que é importante para que um amor dê certo: um pouco de loucura e encontrar uma pessoa onde você possa ser você mesma, sem ter que fazer esforço para agradar o outro.

Depois de um ano revi minha irmã Rê, que me visitou com seu marido Rô e o mais novo integrante da família, o Dominic, ou Mimi, que tem 3 meses de idade. Apesar do tempo não ter cooperado conosco, fizemos alguns programinhas e uma boa festinha com diversos coquetéis alcóolicos e não-alcóolicos e várias coisas gostosas pra comer, além da presença de amigos de várias nacionalidades (russo, austríaco, polonês, alemães e brasileiros). A festa mal tinha chegado ao fim e depois de poucas horas de sono já estava preparando um café-da-manhã, para que meus sogros ainda pudessem ver minha irmã. A casa ficou um pouco vazia desde que eles se foram, a visita mostrou mais uma vez uma das coisas mais importantes da vida: ter pessoas que prezamos ao nosso lado e passar bons momentos com elas.

Ontem de manhã vi, ao acordar, um documentário com reportagens sobre os fatos mais marcantes dos últimos 100 anos. Atrás de cada tragédia, a mesma conclusão: toda vez que o ser humano toma decisões egoístas, pensando no seu ego, ele põe pelo menos em risco a vida de muitas pessoas, se não as faz desaparecer de vez da face da Terra.

::História de um amor::

12/08/2008

Alguns estilos, cada um bonito à sua maneira. Com vocês, Joy Denalane e Max Herre.

Mit Dir (Com você)

Geh jetzt (Vá agora)

Höchste Zeit (Tá passando da hora)


1ste Liebe (Primeiro amor)


::Lenny Kravitz elogia o Brasil::

02/05/2008

O Lenny Kravitz passou 5 meses no Brasil e ao comentar o lançamento de seu novo CD, “It is Time for a Love Revolution”, afirmou sobre nosso país:

“Os brasileiros têm uma energia particular. Passei 5 meses no Brasil. Foi incrível, uma imersão completa na cultura do país. Fiz escaladas e viajei muito de carro. Fiquei impressionado com as pessoas que têm tão pouco e são felizes, conseguem viver suas vidas. Eles não esperam que aconteça algo para poder aproveitar a vida. Eles não pensam como muitos de nós: serei feliz quando tiver algo, quando conquistar algo, para então poder viver.

No Brasil também conheci muitos músicos, anônimos, gente sem discos gravados, que toca porque gosta. Tenho muita vontade de trabalhar com músicos brasileiros em algum projeto no futuro”.

Super legal. Sua convocação para que cada um de seus fãs seja peça atuante na revolução do amor combina com sua sensibilidade ao descrever nosso país. Gostei! Ele diz: “Para aqueles que acreditam no amor: É hora de agir, e agir com força, usar nosso poder”. É isso aí.


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