Posts Tagged ‘Brasil’

::O HERstory está disponível no mundo todo!::

23/01/2021

Ótima novidade! Meu novo livro HERstory está disponível para entrega mundial pela buobooks, uma livraria mundial em português!

Veja abaixo outras opções para adquirir o 💞HERstory – escreva a sua história! 💞:

– direto comigo para quem mora na Europa (somente mais alguns volumes!);

– com a Páginas Editora no Brasil;

– como e-book ou livro pela Amazon (qualquer site em todo o mundo).

Boa leitura! 🦋🌈

::Volta ao mundo com a Mineirinha – podcast VM80F::

19/01/2021

Um amigo da Índia sugeriu que eu participasse de um podcast produzido no interior mineiro sobre viagens e fotografia, o Volta ao Mundo em 80 Fotos. Obrigada, Gau!

Daí surgiu um bate-papo com o Marcos e o Júlio onde falamos de viagens dentro e fora do ser humano, sobre fotografia, pandemia e tantas outras coisas mais. Ficou curioso? Ouça o podcast aqui ou em outra plataforma na internet e depois me conte sua impressão sobre ele!

::HERstory goes global – versão e-book acessível pelo site da Amazon em todo o mundo!::

11/01/2021

A partir de agora o livro 💞HERstory – escreva a sua história!💞 pode ser adquirido como e-book em todo o mundo pela Amazon!

Brasil: https://www.amazon.com.br/dp/B08R64QJST

Alemanha: https://www.amazon.de/dp/B08R64QJST

Reino Unido: https://www.amazon.co.uk/dp/B08R64QJST

França: https://www.amazon.fr/dp/B08R64QJST

Espanha: https://www.amazon.es/dp/B08R64QJST

Outros:

https://www.amazon.com/dp/B08R64QJST https://www.amazon.it/dp/B08R64QJST https://www.amazon.nl/dp/B08R64QJST https://www.amazon.co.jp/dp/B08R64QJST https://www.amazon.ca/dp/B08R64QJST https://www.amazon.com.mx/dp/B08R64QJST

::Feminicídio: Live de 28/12/20::

28/12/2020

Assisti a uma live neste instante que foi feita por uma colega de trabalho da Viviane do Amara Arronenzi, a juíza que foi morta recentemente pelo ex-marido às vésperas do Natal e perante as três filhas menores. Ela aconteceu entre a professora da Faculdade de Direito Debora Diniz e Adriana Ramos de Mello (Juíza, EMERJ), bem dentro dos assuntos discutidos no meu novo livro, HERstory – escreva a sua história!

Algumas questões centrais da live, em resumo:

O que é o feminicídio? É o desprezo à condição feminina, pois nele não basta matar, a vítima tem que ser mutilada e desfacelada. Sua beleza tem que ser destruída. Analisando casos de feminicídio ocorridos entre 2015 a 2019, percebe-se o requinte de crueldade, ódio, tortura pela raiva, jogo de poder, controle, dominação, desejo de ser o último a dizer um “não”.

A verdade é que no Brasil o término da relação é um momento crucial para um relacionamento e há uma ansiedade social de culpar a vítima.

  • O que se pode fazer para evitar um ato de feminicídio?

É necessário avaliar os riscos, não achar que isso só acontece com outros, lembrar que há o envolvimento emocional e o desejo de preservar a ligação do pai com os filhos, mas buscar preservar a própria vida.

É preciso retirar a atenção do agredido para o agressor, o machista que agiu de forma inesperada. O machismo é um sistema enraizado no Brasil e no mundo (Patriarcado, machismo, diferença de classes, patriarcado racista de classes).

  • Qual o diferencial entre um agressor contra mulheres e outros tipos de agressores?

O agressor de violência doméstica geralmente tem boa reputação, é bom vizinho, bom pai, bom funcionário, uma pessoa aparentemente doce, etc., e este é o diferencial do homicida, do ladrão, etc. O agressor mora dentro das quatro paredes da vítima.

  • Quais são os sinais de que a mulher está em uma relação abusiva?

A mulher geralmente para de procurar amigas, se isola da família, tem marcas no corpo, a mulher é minada pelo agressor e passa a ser uma presa fácil numa situação de vulnerabilidade, é manipulada por ele, seu corpo adoece através da violência psicológica, há uma fragilidade da alma, ressecamento da alma, a mulher vai se tornando uma vítima e presa fácil, isolada. A mulher não conta para ninguém por vergonha de se expor, de admitir que o maior perigo mora dentro de sua própria casa.

  • Por que mulheres com maior escolaridade tendem a se isolar e não buscar ajuda?

Mulheres com escolaridade mais alta geralmente têm mais vergonha de procurar ajuda, têm maior vergonha da sociedade, maior medo e maior probabilidade de desistir do registro policial (sofrimento por não ser um crime comum, por ser contra a pessoa com quem você divide a vida e os filhos, necessidade de exposição de intimidades).

  • Por que a mulher precisa lidar com esses temas e não os homens, os atores das mortes praticadas dentro do feminicídio?

A mulher precisa lidar com esses temas porque geralmente ela é a silenciada na sociedade, ela é que não tem o lugar de fala, lhe falta a voz para falar. Devemos dizer sempre: “Eu não me calo!”

É uma luta das mulheres mas deveria ser uma luta da sociedade como um todo! Os homens precisam também refletir e mudar ao lado das mulheres. Há muitos movimentos atuais, também de homens, para chegar a esta mudança cultural e da sociedade como um todo.

Temos que transformar o que está errado, prestar um tributo às que morreram, fazer um exercício de poder, o silêncio não é a opção.

  • Por que não valeria a pena simplesmente optar por leis mais rígidas e penas mais severas?

O Direito é masculino, ele foi feito por homens para defender homens, portanto não mudaremos o Brasil através de leis mais duras. Precisamos alterar o sistema educacional, para que a sociedade entenda que homens e mulheres têm os mesmos direitos e devem ter as mesmas oportunidades.

O sistema penal brasileiro é opressor, desigual e seletivo!

O patriarcado nos leva a buscar respostas na agredida, e não no agressor…

  • Quais são as esperanças?

Sororidade, apoio entre mulheres, estar atentas aos sinais, apoio de homens esclarecidos, discussão e debate na sociedade. Dar consciência às mulheres como agentes de educação de meninos e meninas. Transformação da sociedade buscando reflexão pela paz e pela igualdade de gênero, pois ninguém é dono de ninguém.

Toda mulher tem direito a uma vida livre de violência, onde quer que seja que ela viva e em todo e qualquer espaço. Nós somos donas dos nossos corpos e de nossas vidas. Não podemos aceitar dominação! Devemos buscar viver em paz e com autonomia, com respeito e dignidade. A violência contra a mulher no Brasil ainda é uma pauta pendente, devemos poder querer viver com cidadania!

A lei Maria da Penha vale para todas as mulheres. Em uma situação de urgência, chame o 190, a Polícia Militar!

#nenhumaamenos @homensquerespeitam @superacaodaviolenciadomestica

::O complexo é simples::

02/12/2020

A importância de cadernetinhas com informações embaralhadas num ano qualquer do passado (no meu caso 2009-10) é enorme! Ainda mais no caso de quem pensa escrevendo, como eu. Achei numa página qualquer o resumo de quem sou eu (e quem tenho sido nos últimos anos):

20.11.09: Se eu permitir, o dia de hoje estará mudando a minha vida para melhor. Quero:

– ajudar pessoas;

– num contexto internacional;

– num mundo globalizado

a:

– se encontrarem com si mesmas;

– se encontrarem com outros;

– mostrar seus sentimentos;

– ter mais apreço pelo outro;

– mais amor-próprio;

– descobrir que somos todos UM.

::Dica imperdível de filme::

28/11/2020

Para quem quiser entender um pouco melhor a situação das mulheres no começo do século passado e aprender um pouco sobre o movimento sufragista na Inglaterra, indico o filme Suffragette, que está acessível na Netflix até o meio de dezembro próximo.

“O movimento sufragista representou também a primeira onda do feminismo. As mulheres que haviam estudado – em geral, filhas da classe burguesa – estavam reivindicando os direitos femininos à educação, ao trabalho em suas áreas de formação (vale lembrar que as mulheres pobres já trabalhavam nas indústrias e nas manufaturas há pelo menos 200 anos), ao divórcio e à participação política. O movimento sufragista foi o ápice dessa luta e, por isso, marcou a história do feminismo como o primeiro grande movimento pela luta contra o sexismo e a favor da igualdade de gênero.” Leia mais sobre o movimento aqui.

Amanhã haverá eleições no Brasil e como o eleitorado brasileiro significa 53% do total, fica fácil entender o poder que está nas mãos de mulheres. Elas podem exercer o direito de voto duramente conquistado ao longo da História, para ir eleger representantes que levem em conta causas que considerem mulheres, crianças e direitos iguais como salário igual para trabalho igual, direito à creche, políticas públicas que permitam a inclusão de mulheres na sociedade, dentre tantas causas de interesse da mulher, mas na realidade importantes para toda uma sociedade mais humana, solidária e inclusiva.

::Lançamento: é hoje!::

26/11/2020

“Por acaso” hoje, Dia de Ação de Graças (pelo menos nos EUA), tem lançamento da obra que foi onde contei um milagre que aconteceu durante a quarentena. Vai ser hoje às 19h no Brasil, 23h na Alemanha, no site do Instagram da editora e livraria Páginas.

::Histórias da Quarentena::

28/10/2020

Chegou! E gente, ficou emocionante! Quer viajar nas experiências de 20 autores falando de tudo que viveram na pandemia? Amor, surpresas, descobertas, angústias, renovações, de tudo um pouco, como na vida! O e-book custa só 15 reais ou 3€ e cá pra nós, é mais barato do que chocolate, não engorda e muito pelo contrário: preenche sua alma de esperança. Quer coisa melhor?!? Adquira direto comigo!

Aqui a sinopse completa da obra: 


Isolamento, pandemia, quarentena, vírus, medo… Mas também mergulhos internos, reflexões, descobertas, insights… Nossas autoras (e autores) passeiam por suas emoções e traduzem em palavras seu sentimentos e conflitos, compartilhados por todos no planeta neste indefectível ano de 2020. O vírus nos trancou em casa e o recado da mãe Terra foi bem claro: “Vocês não são necessários”.

No prefácio, uma história dramática de quem encarou a covid-19 frente a frente. Como sobreviver? Quais lições aprendemos? Sairemos desta experiência modificados? A leitura dos diferentes relatos traz respostas variadas a estas indagações. Um livro para ser guardado e mostrado às gerações futuras.

Edição: Liberty Books

Organização e coordenação editorial: Silvia Prevideli e Silvia Regina Angerami

::Lugares Apaixonantes pelo Brasil::

29/08/2020

Um mês de campanha, 1.150 e-books adquiridos, mais de R$ 42 mil arrecadados e cinco projetos beneficiados. Um em cada região brasileira.

Pra gente, os números representam mais do que doações. Representam união, solidariedade, amor multiplicado exponencialmente e confiança em nosso trabalho. Aos que já doaram, obrigada de coração ❤️

Iniciamos a segunda rodada solidária entre as regiões do Brasil. Chegou a vez de apoiar os índios do Norte de nosso país. Mais de duas mil pessoas que moram em comunidades indígenas na região já pegaram Covid.

Sua doação será integralmente destinada ao Conselho Indígena de Roraima (CIR), que representa 246 comunidades no estado. Com o lote de R$ 10 mil, a instituição comprará kits de higiene, álcool em gel, máscaras e cestas básicas.

Ajude a ajudar: faça parte dessa corrente com sua contribuição e receba em troca nosso ebook solidário “Lugares Apaixonantes pelo Brasil” para se inspirar a percorrer pelo nosso país quando for seguro viajar!

Para contribuir, acesse: https://combatecovid.org/guiasolidario

Projetos já beneficiados: Turiarte – Pará, Favela Orgânica – Rio de Janeiro, “Os Pimenteira” – Piauí, Mães da Favela, CUFA – Goiás, Associação de Artesãos da Costa Doce – Rio Grande do Sul).

Contribua você tbém! 👍🤗❤️🇧🇷

::Duas mulheres e dois livros::

09/08/2020

Resenha escrita por Cris Berta e publicada no Facebook em 08/08/20:

Duas mulheres e dois livros.

Mineirinha n’Alemanha de Sandra Santos.
Publicado originalmente em 2008, o livro de Sandra Santos é mais atual do que nunca. A autora fala de temas importantes como, por exemplo, igualdade de gênero, feminismo, consumismo, limites do capitalismo e racismo. As temáticas escolhidas pela autora são tão atuais que por duas vezes me peguei checando a data de publicação do livro que parece ter sido impresso ontem. Tudo sobre a ótica perspicaz de um mineira de Belo Horizonte que vive na Alemanha desde 1993. Atual e bem humorado, o livro é recheado de informações úteis e curiosidades sobre a vida na Alemanha, sempre sob o olhar crítico e observador da autora. Mãe de dois filhos, Sandra é formada em administração de empresas e comércio exterior e é também autora de coletâneas sobre mulheres.

30 horas. Uma proposta revolucionária para equilíbrio vida-trabalho e equidade de gênero de Nadiane Smaha Kruk.
Um livro de vanguarda e com uma proposta inusitada. Através de extensa pesquisa, a autora demonstra que o equilíbrio vida-trabalho é uma ilusão, especialmente para as mulheres que têm uma jornada de trabalho dupla e ainda são responsáveis pela maior parte das tarefas domésticas e com o cuidado dos filhos. Nadiane conclui que essa conta não fecha e que o modelo de trabalho baseado em 40 horas semanais precisa ser repensado. Com uma proposta a primeira vista audaciosa, a autora argumenta que uma jornada de 30 horas semanais (sem redução de salário) traria benefícios para toda sociedade através de um modelo mais justo, saudável e com mais equidade de gênero. Ao compartilhar sua trajetória como mãe e profissional, a curitibana descreve bem um desafio familiar para muitas de nós: conciliar maternidade responsável com carreira profissional. Nadiane foi professora de recursos hídricos do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e atualmente reside na Alemanha com sua família.

Os livros de Sandra e Nadiane me servem como uma inspiração de mulheres fortes que não abrem mão de uma vida plena apesar de todos os desafios que nossa sociedade estruturalmente patriarcal nos apresenta. Leituras altamente recomendadas.


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