Posts Tagged ‘Música’

::Reise (Ich war hier) – Viagem (Eu estive aqui) – Da série “aprenda alemão cantando”::

12/10/2015

Tradução minha em português abaixo da letra em alemão

Reise (ich war hier) – Miss Platnum

Die Wände beben,
vom donnern der Gleise
Ich spring auf den Zug
lass’ die Weichen entscheiden

Land und Himmel
verschwimmen zu einem
an mir zieh’n Vögel
ich an ihnen vorbei

Ich brauch nichts mehr
in Worte zu fassen
ich streck’ die Arme aus, ich bin…

REFRAIN
Ich bin auf der Reise
um zu beweisen,
dass es stimmt
Dass nach dem Schließen der Kreise
etwas Neues beginnt
Schreib’ mit Kreide auf Steine und Beton
Ich war hier, ich war hier
Ich bin auf der Reise
bis mein Name verschwimmt

Mein altes Ich beginnt zu verblassen
Kein Plan, bin auf dem Weg loszulassen
Das Chaos ist einfach perfekt
Hab’ wie Kolumbus eine Welt neu entdeckt
Verlier’ die Angst, wie einen alten Schlüssel
ich streck’ die Arme aus, ich bin…

REFRAIN

Es ist an der Zeit, die Zeit loszulassen
Den Schlaf loszulassen
auf dem Weg nach Haus’
An der Zeit sich mit Neuem zu befassen
alles zuzulassen auf dem Weg

REFRAIN

°°

Viagem (Eu estive aqui) – Miss Platnum

As paredes estão tremendo
Por causa do trovejar dos trilhos
Eu pulo no trem
Deixo as vias tomarem as decisões

Terra e céu
Se misturam
Pássaros passam por mim
E eu por eles

Eu não preciso de
Explicar nada mais em palavras
Eu abro os braços, eu…

REFRÃO
Eu estou viajando
Pra provar
Que é verdade
Que depois que o círculo se fecha
Algo novo começa
Eu escrevo com giz na pedra e no concreto
Eu estive aqui, eu estive aqui
Eu estou viajando
Até que meu nome desapareça

O meu velho „eu” está deixando de existir
Estou sem planos, estou no caminho de deixar coisas pra trás
O caos está perfeito
Descobri como Colombo um novo mundo
Estou perdendo o medo, como uma chave velha
Eu abro os braços, eu…

REFRÃO

Chegou a hora, de deixar o tempo pra trás
Deixar o sono pra trás
No caminho pra casa
Chegou a hora de se ocupar com o novo
Aceitar tudo durante o caminho

REFRÃO

::Rosas Heft – vc já virou fã?::

07/06/2015

Tem muito brasileiro sendo agente de cultura por aqui em terras germânicas, um deles é o Dago Schelin, cineasta, pai, cantor, compositor e outras coisas mais… Ele está prestes a iniciar uma campanha pra arrecadar fundos para o seu CD intitulado Rosas Heft. São músicas alemãs que eram cantadas na infância dele no Brasil e que ele agora está regravando na Alemanha com ritmos brasileiros, sambinha, bossa nova…. Tá ficando lindo! Vamos contribuir e ajudar neste projeto verdadeiramente binacional? Vire fã do projeto aqui e prepare-se pra ajudar (e, de quebra, ganhar uns presentinhos). Já tô doida pra ouvir o CD todo!… 🙂

::Aprenda alemão cantando – Fliegen (Voar) ::

04/06/2015

O Matthias Schweighöfer é o que se pode chamar de multitalento: ator, pai, produtor, dublador, cineasta, sócio da marca de roupas German Garment e agora cantor.

A música dele, que não pára de tocar nas rádios locais, me surpreendeu e me fez voar em suas linhas, enquanto voltava na segunda-feira passada de carro de Constança pra casa e admirava um céu multicor, com tons do amarelo forte, perto das montanhas ao fundo, passando por tons suaves de rosa e quase chegando ao lilás, espalhados sob uma moldura de nuvens baixas. Eram 9h da noite, mas no verão os dias são bastante longos por aqui e o pôr do sol acontece bem tarde (talvez esta seja uma forma divina de nós recompensar pelo acasulamento dos meses de inverno, muito além da localização geográfica!…). Desta vez me animei até a traduzir o texto da música. Curtam e treinem o alemão com ela:

Und ich helf dir schwimmen,
wenn deine kleinen Arme und Beine schwer wie Blei sind, helf ich dir schwimmen.
Ich helf dir schwimmen, wenn der Schlamm und Schlick so dick wird, dass du denkst du wirst verrückt, helf ich dir schwimmen.
Helf dir schwimmen.
Und egal wie lang, wie qualvoll, fern ob nah, bin immer da und helf dir schwimmen.
Helf dir schwimmen.
Und wenn es untergeht, egal solang mein Ende naht da wo du bist.

Und wenn ich für dich fliegen muss,
Und wenn ich für dich fliegen muss,
krieg’ ich das irgendwie hin,
krieg’ ich das irgendwie hin,

Und wenn ich für dich fliegen muss,
Und wenn ich für dich fliegen muss,
kriegen wir das irgendwie hin.

Und ich helf dir singen, wenn alle Worte nicht mehr reichen, viel zu leise sind allein,
Helf ich dir singen,
helf dir singen.
Schlag ein Tambourin und stampf mit beiden Beinen auf, auch wenn viel zu schief,
Helf ich dir singen.
Und egal wie laut sie lachen, mit Tomaten werfen nach uns,
ich helf dir singen,
helf dir singen.
Arm in Arm so laut es geht, nichts ist so schön wie das Lied.

Und wenn ich für dich fliegen muss,
Und wenn ich für dich fliegen muss,
krieg’ ich das irgendwie hin,
krieg’ ich das irgendwie hin,
Und wenn ich für dich fliegen muss,
Und wenn ich für dich fliegen muss,
kriegen wir das irgendwie hin.

Wir kriegen das irgendwie hin

°°

E vou lhe ajudar a nadar,

quando seus braços e pernas estiverem pesados como chumbo, vou lhe ajudar a nadar.

E vou lhe ajudar a nadar, quando a lama e a areia estiverem bem espessas, e você achar que vai ficar doido, vou lhe ajudar a nadar.

Não importa quanto tempo, se vai me desgastar, se for longe ou perto, eu vou estar sempre ao seu lado e lhe ajudar a nadar.

Vou lhe ajudar a nadar.

E se nós afundarmos, não importa, conquanto você esteja ao meu lado quando chegar ao meu fim

E se eu tiver que voar por você

E se eu tiver que voar por você

Eu vou, de alguma forma, dar um jeito

Eu vou, de alguma forma, dar um jeito

Nós vamos dar um jeito.

E eu vou lhe ajudar a cantar, quando as palavras não forem suficientes e forem muito sutis

Vou lhe ajudar a cantar.

Vou lhe ajudar a cantar.

Bato em um tamborim com as duas pernas, mesmo que faça isso de um modo desajeitado,

Vou lhe ajudar a cantar.

E não importa o quão alto eles possam rir de nós, jogar tomates na nossa direção,

Eu vou lhe ajudar a cantar.

Ajudar-lhe a cantar.

Cantar de braços dados, do jeito que for possível, tão lindo quanto a música.

E se eu tiver que voar por você

E se eu tiver que voar por você

Eu vou, de alguma forma, dar um jeito

Eu vou, de alguma forma, dar um jeito

Nós vamos dar um jeito.

 

 

::Alles brennt – aprenda alemão cantando::

20/05/2015

Alles brennt… Está tudo pegando fogo! Num bom sentido! A Alemanha está com uma leva boa de cantores que valem a pena ser ouvidos. Acabei de apresentar o Joris, agora é a vez do Johannes Oerding. Ele tem um nome tão sério, nem parece nome de cantor, não é mesmo? Mas vale super a pena investir uns minutinhos nesta música aqui. E aprender mais um pouquinho de alemão cantando, como eu costumava aprender nos idos de 1993, e continuo aprendendo até hoje. Bom investimento! 🙂

::Joris, diz aí, é fácil expressar sentimentos em alemão?::

20/05/2015

Joris, me diz aí, é fácil expressar sentimentos em alemão? Tem gente que acha que é impossível. Tem homem que não consegue, tem mulher que não consegue, nem em alemão, nem em língua nenhuma. Que bom que vc tem o dom! Queria só fazer uma propaganda básica da sua música que não pára de tocar no rádio, “Herz über Kopf” (tradução minha: quando o coração ganha da razão) e acho, sem querer, essa pérola, sua música “Schneckenhaus” (concha de caracol). Legal ter aprendido o que o seu nome significa (Georg/Gregor em holandês) e saber que vc é um cantor jovem, 25 anos, de Bielefeld! Eu morava aí pertinho! Quem sabe um dia não te vejo ao vivo? Continue cantando, tocando e compondo. O mundo precisa de pessoas sensíveis.

“Wenn es am schönsten ist, und du nichts mehr vermisst, dann mach die Augen auf…”

Quando tudo tiver ficado perfeito e vc não sentir falta de mais nada, abra os olhos.

Observação pra quem estiver no Brasil: um leitor teve a bondade de buscar os links dos vídeos que podem ser vistos aí. É só clicar nos comentários, ok?

E quem tiver gostado, pode ouvir partes do álbum todo dele aqui:

::Lovesick – filme brasileiro/alemão é nomeado para o festival de Cannes::

05/01/2015


Este menino que vai longe é um leitor do Mineirinha, o Dago Schelin. Quando ele comprou meu livro, disse que lia à noite com sua esposa, e lia devagar pra evitar que acabasse logo!… Depois que a leitura do meu livro chegou ao fim, ganhei dele de presente dois CDs com músicas feitas por ele. Fiquei apaixonada! Outro dia eu tinha um tanto de brinquedo do Daniel pra passar pra frente… e quem levou foi a Bella, a filha dele. Tantas vidas que eu acompanho de longe, meio-perto ou de pertinho, tantas amizades que fiz a partir do livro. Um grande presente, o presente mais inesperado que uma produção independente poderia ter dado ao seu autor. Será que ainda vou ter o prazer de conhecê-lo, e sua família, pessoalmente? E que coelho será que vai sair do mato do Dago nos próximos tempos?!? 😉 Páginas ainda não escritas… nem na minha vida, nem na dele…

E fico toda orgulhosa de ver os leitores, e alguns que acabam fazendo consultoria comigo, fazendo sucesso por aqui! Mas o Dago não está fazendo sucesso por aqui… o sucesso dele é internacional, Brasil, Alemanha, Itália, Romênia, Malta, França… Agora em Cannes com o curta metragem “Lovesick”. E ele merece. Prestem atenção no que digo: este menino vai longe! Guardem este nome: Dago Schelin, músico e diretor de cinema. E vejam alguns de seus trabalhos, conheçam um pouco desse cara cheio de talento e do que estão falando sobre ele aqui, e aqui, e aqui, e aqui… Indico a leitura da entrevista feita com ele aqui, onde ele toca no assunto do chamado de Deus, de criar, de seguir sua voz interior e fazer outros brilharem através da sua lente. Por “coincidência”, o texto que já tinha escrito sobre ele anteriormente aqui no blog foi intitulado “Da arte de acreditarmos em nós mesmos“. Sucesso, Dago! Estou muito orgulhosa de você! 🙂

::Saldo de dois shows – Gilberto Gil & Ed Motta::

02/11/2014

Ir a um show de um artista brasileiro no exterior tem um significado diferente do que teria se estivéssemos ainda no Brasil. É um misto de voltar às origens, encontrar pessoas que falam a nossa língua, que potencialmente vão cantar as mesmas músicas que queremos cantar, é uma oportunidade para rever amigos e, quem sabe, fazer novos. De qualquer maneira, é um momento de lazer, misturado a um momento de instropecção, de encontro conosco mesmo. É um momento onde achamos que estamos meio em casa, apesar de tão longe. Entramos numa bolha imaginária e queremos…. cantar, dar asas à nossa alma.

Nem sempre isso é possível – ainda mais se formos a um show em Zurique, que ainda que possa ser um pouco estranho, é a maior cidade europeia mais próxima da minha casa, que moro no extremo sul da Alemanha. No show do Gilberto Gil, por exemplo, que ganhei de presente das minhas amigas brasileiras aqui de perto de casa (mais uma vez: obrigada!), o público foi selecionado pelo preço das entradas. E com esta seleção, vieram as exigências do mesmo. Aqueles que pagaram caro para assistir de perto uma lenda da música brasileira, estavam sentados, bem de frente ao cantor. Muitos deles eram casais bi-nacionais, eram praticamente uma mistura de 50% de brasileiros e 50% de suíços. Resultado: os suíços que pagaram caro para assistir o show de pertinho ficavam reclamando o tempo todo dos brasileiros, chamando a atenção deles, pedindo que se calassem para que eles pudessem apreciar a arte do cantor… enquanto o Gilberto Gil pedia participação, esperava que o público cantasse com ele… Foi assim o tempo todo. O lado bom foi que eu estava no meio da galera em pé e, pelo menos onde eu estava, eu podia cantar. E cantei… O Gilberto Gil parecia um velhinho feliz, com um sorrisão estampado no rosto, um violão na mão e a certeza de que não devia nada a ninguém. E cantou… e maravilhou o público. Cantou velhos sucessos e apresentou alguns novos. A maioria deles, claro, em português, falando um bom inglês para se comunicar com o público. “Rio, rio, rio, rio e choro, choro e rio…

Ontem foi o show do Ed Motta, também em Zurique. O público era jovem e parecia querer dançar. Ninguém estava lá para “podar” ninguém. Eu, da minha parte, fui pra lá com duas músicas fixas dele na minha cabeça. Queria ouvir e cantar, por exemplo “Manuel”, sucesso antigo, mas mais atual do que nunca… “Se eu fosse americano/um político minha vida não seria assim, hé, hé…” Sabia que o Ed Motta tem uma coleção de 30.000 discos em sua casa, que sua influência é de muita música estrangeira, de grandes nomes do jazz, pop e soul internacional, tinha ouvido o último CD dele e notado que ele estava cantando muito em inglês, mas acreditei que ele saberia dividir a atenção do público entre sua nova e antiga arte, misturando músicas em inglês com português. Errei: ele quase só cantou em inglês. ..Cantou muito bem – diga-se de pasagem, com aquele vozeirão inacreditável, aquela dádiva de Deus – e interagiu muito bem com o público, trouxe excelentes artistas consigo (que não puderam mostrar seu potencial porque a baixa qualidade da aparelhagem do som não deixou), fez uma sessão de beat box linda, mas cantou quase que 100% só em inglês. Cantou música dele, cantou música de Deus e o povo. Mas deixou seus próprios sucessos em português de lado. O show foi chegando ao fim e as minhas esperanças também, junto dele.

No final do show, realizei que teria mesmo que voltar pra casa e buscar em vídeos do YouTube as músicas que queria tanto ter ouvido ao vivo, pensei que eu tinha ficado na linha do tempo, que a arte dele tinha avançado, enquanto eu conhecia e queria ter ouvido os sucesssos antigos dele. Comentei com minha amiga, a Chris, com quem tinha ido ao show, e ela não me deu razão. Seu argumento foi que se ele cantou sucessos antigos americanos, de 20-30 anos atrás, por que não haveria de poder cantar seus próprios sucessos em português? E sabe que ela tinha razão?!? Bom,a turné dele ainda não acabou na Europa. Espero que ele cante alguns de seus sucessos por aí!… Pra mim, fiquei com uma admiração ainda maior pelo artista, mas saí dali de Zurique com um gostinho de quero mais. Quero mesmo é poder ir a um show de um artista brasileiro no exterior e comungar com outros e comigo mesma minha cultura.

No Facebook do artista, achei um pouco uma explicação para tanto inglês (também no show): “Eu publico em inglês porque estou numa tour entre USA e Europa. Tirando Portugal ninguém fala português… Preciso me comunicar com um número maior de pessoas. O inglês é língua universal, o mundo inteiro fala ou se esforça. O Brasil não se esforça para nada fora da zona de comforto. Eu só leio em inglês, não leio NENHUMA publicação brasileira faz muitos e muitos anos. Eu sonho em inglês etc. O mundo como conhecemos fala inglês.” Post de 01.11.14, Record Collector Magazine

Com vocês, Ed Motta:

::Aprenda alemão (com um pitada de francês) cantando::

24/09/2014

Esta música, do cantor alemão Mark Forster, filho de mãe polonesa, junto do rapper alemão Sido, filho de mãe cigana e também descendente de iranianos, está tocando bastante em todo canto na Alemanha. Ela traz consigo a vontade de dar no pé que muitos de nós temos, de sair da monotonia, de ter coragem de fazer aquilo “que sempre quisemos fazer”, de realizar nossos sonhos, de nos aventurar pelo mundo. Vale a pena demais decifrá-la e curti-la. O bonitinho foi terem misturado no refrão o “oh,oh”, com a palavra francesa “au revoir”. 😉

Nota minha: gosto muito de ler sobre os cantores e comentar de onde vêm, porque antigamente costumava-se afirmar na Alemanha que estrangeiros não contribuem culturalmente para o país, o que talvez seja o pensamento de uma parte da população ainda hoje em dia. Acho importante valorizar pessoas que fazem sucesso dentro da Alemanha, são produtores de cultura, e que têm ascendência estrangeira.

Bom, vou fazer a tradução da música mais abaixo.


Au revoir – Mark Forster feat. Sido

In diesem Haus, wo ich wohn
Ist alles so gewohnt
So zum Kotzen vertraut
Mann, jeder Tag ist so gleich
Ich zieh Runden durch mein’ Teich
Ich will nur noch hier raus
Ich brauch mehr Platz und frischen Wind
Ich muss schnell woanders hin
Sonst wachs ich hier fest
Ich mach ‘nen Kopfsprung durch die Tür
Ich lass alles hinter mir
Hab was Großes im Visier
Ich komm nie zurück zu mir

Es gibt nichts, was mich hält, Au Revoir
Vergesst, wer ich war
Vergesst meinen Nam’n
Es wird nie mehr sein, wie es war
Ich bin weg, Au Au
Au Au Au Revoir
Au Revoir
Au Revoir
Au Revoir

Auf Wiederseh’n? Auf kein’
Ich hab meine Sachen gepackt, ich hau rein
Sonst wird das für mich immer nur dieser Traum bleiben
Ich brauch Freiheit, ich geh auf Reisen
Ich mach alles das, was ich verpasst hab
Fahr mit ‘nem Gummiboot bis nach Alaska
Ich spring in Singapur in das kalte Wasser
Ich such das Weite und dann tank ich neue Kraft da
Ich seh Orte, von den’ andere nie hörten
Ich fühl mich wie Humboldt oder Steve Irwin
Ich setz mich im Dschungel auf den Maya-Thron
Auf den Spuren von Messner, Indiana Jones
Der Phönix macht jetzt ‘n Abflug
Au Revoir, meine Freunde, macht’s gut
Ich sag dem alten Leben Tschüss, Affe tot, Klappe zu
Wie die Kinder in Indien, ich mach ‘n Schuh

°°°

Nesta casa, onde vivo
Tá tudo tão monótono
Tão do jeito que sempre foi
Meu Deus, todo dia é sempre igual ao outro
Eu estou dando voltas em torno do meu laguinho
Só quero sair daqui
Eu preciso de espaço e de ar puro
Eu tenho que ir rápido pra outro lugar
Senão vou grudar aqui
Eu dou um salto de cabeça passando pela minha porta
E deixo tudo pra trás
Estou com algo grande na cabeça
E não vou voltar mais a ser quem eu era

Não há nada que me segure, tchau
Esqueçam quem eu era
Esqueçam meu nome
Nada mais vai ser como era antes
Fui, tchau
Tchau (4x)

Adeus? Não…
Eu já fiz minha mala, eu mando ver
Senão meu sonho vai ficar pra sempre só sendo um sonho
Eu preciso de liberdade, eu vou viajar
Vou fazer tudo o que eu deixei de fazer no passado
Vou andar com um barco de borracha no Alasca
Vou pular na água fria em Singapura
Vou pra bem longe e me encher de energia
Eu vejo lugares, dos quais outros nunca ouviram falar
Sinto-me como Humboldt ou Steve Irwin
Vou pra selva no trono dos Maias
Seguir os rastros do Messner, Indiana Jones
O fênix vai fazer agora uma decolagem
Tchau, meus amigos, até a próxima
Estou me despedindo da minha vida antiga
Como as crianças na Índia, vou dar no pé

::Aprenda alemão (e, de quebra, inglês) cantando::

23/09/2014

Em dias como os atuais, onde os povos estão em guerra e falta entendimento dentro da raça humana, que afinal, é uma só, é gostoso ouvir músicas que são cantadas por pessoas multiculturais e que levam uma mensagem também multicultural, que falam de tolerância e respeito. Isso vale para esta música do cantor alemãoAdel Tawil, nascido em Berlim de pais imigrantes do Egito & Tunísia, com participação do cantor de reggae americano Matisyahu, filho de imigrantes judeus, que está fazendo bastante sucesso no momento aqui na Alemanha.

O refrão da música “Zuhause” (Casa) é o seguinte:

Venha, vamos fazer o mundo brilhar!
Não importa de onde quer que você venha
Você pode se sentir em casa onde estão os seus amigos
Neste lugar o amor é de graça

::Tradução da música do final da Copa do Mundo “Ein hoch auf uns” – Andreas Bourani::

26/07/2014

Aqui a tradução livre, feita por mim do alemão para o português, da minha música predileta no momento. Foi ela que tocou quando o time da Alemanha ganhou a Copa do Mundo no estadio do Maracanã no Rio de Janeiro no dia 13/07/14. A música é do cantor de origem egípcia Andreas Bourani, que cresceu na Baviera, e se chama “Ein hoch auf uns” (letra da música em alemão aqui).

Vamos festejar – Andreas Bourani

Quem pode congelar este momento
Melhor não é possível
Pense nos dias que deixamos para trás
Há quanto tempo dividimos alegrias e lágrimas
Aqui cada um dá a camisa pelo outro
Não somos deixados sozinhos (na chuva)
E enquanto formos guiados pelos nossos corações
Isso vai continuar assim

(Refrão)
Vamos festejar o que está por vir
Que seja o melhor para nós
Vamos festejar o que nos une
Vamos festejar este momento (e nós)
Vamos festejar esta vida
O momento
Vamos festejar este momento (e nós)
Que fica pra sempre
Vamos festejar este momento (e nós)
Agora e sempre
Ao dia de hoje
Infinito

Nós temos asas, juramos que vamos ser fiéis eternamente
Aproveitamos o dia de hoje juntos
Uma vida inteira sem arrependimentos
Desde os primeiros passos até morrermos
(Refrão)

Fogos de artifício de endorfina
Fogos de artifício que passam pela noite
Tantas luzes restaram
Um momento que nos deixa imortais
Nos deixa imortais
(Refrão)


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