::Solidariedade gera solidariedade::

03/08/2020

Feliz porque tem muita gente apoiando o nosso projeto! 🙏❤️🤗😍

A revista Viagem e Turismo da Editora Abril também contribuiu com uma reportagem de capa sobre o nosso projeto de e-book divulgando mais de 130 atrações turísticas no Brasil. Contribua você também adquirindo o e-book, que ficou lindo de ver e ler!

Caso alguém conheça mais meios de comunicação e possa sugerir a divulgação do projeto, agradecemos tbém!

::Apoio à Mineirinha::

02/08/2020

Pra quem já leu meus livros e gostou:

Há uma votação promovida pelo Encontro Mundial de Literatura da Focus FOCUS Brasil New York, da qual estou participando! Conto com o apoio de vcs! 🙏❤

http://newyork.focusbrasil.org/vote/

::Tempo de corona, tempo de renascimento::

02/08/2020

Toda crise traz dois lados pra gente. Um lado que faz nosso corpo tremer e sair do eixo, e o outro que nos faz olhar pra dentro, entrar em questionamento profundo e de preferência conseguimos sair dali mais fortes, mais perto de nós mesmos e assim podemos contribuir mais, tanto para nós mesmos, quanto para o mundo à nossa volta.

Como tem sido a atual crise do coronavirus no seu caso pessoal? Acabo de ler este texto e me veio à mente fazer essa pergunta pros meus leitores. Sinta-se à vontade de deixar seu comentário – ou não.

A minha resposta vai estar na próxima coletânea da qual participarei, que é mais uma produção da Liberty Books e está criando uma coletânea sobre Histórias da Pandemia. Aguarde as cenas dos próximos capítulos e tenha um bom domingo!

::Loucuras do corona::

02/08/2020

Sinceramente eu achava que esse tipo de manifestação aqui na Alemanha não pudesse existir, mas ontem em Berlim e em outras cidades por aqui ela aconteceu: 20.000 pessoas protestando contra o governo e contra as medidas tomadas com respeito ao combate contra o coronavírus…

A jornalista alemã Dunja Hayali da rede ZDF teve que parar de filmar o que acontecia em Berlim por terem começado a atacar tudo e qualquer coisa: ela mesma, a imprensa, a polícia e qualquer instituição que pudesse parecer oficial… Está na página dela do Instagram pra qualquer um ver…

Um velhinho em especial me chamou a atenção: na boca ele carregava um tampão (se protegendo por via das dúvidas?!?) com os dizeres: parem com essa loucura. E nas mãos ele carregava o seguinte panfleto, dizendo que o coronavírus é melhor do que veneno e barulho de carros, mortos e feridos por acidentes de carros, e, e, e….

Panfleto durante o protesto de 01/08 em Berlim

Alguém entendeu o que ele quer dizer exatamente? Está incentivando o genocídio mas protege a própria boca e o nariz, por via das dúvidas! Vivo em uma democracia social onde todos podem e devem manifestar sua opinião, mas como a Dunja Hayali comentou, as pessoas parecem ficarem felizes quando SUAS verdades (e só elas!) são noticiadas…

E assim constatei que a Alemanha não está um milímetro além dos EUA no momento quanto a tantas questões (racismo, desinformação, disposição ao genocídio coletivo e tantas outras…). Quero acreditar que ali estavam „só“ pessoas dos movimentos de extrema-direita como a PEGIDA e a AfD…

É na discussão aberta entre várias posições que aprendemos e crescemos juntos. Todos os que se agarram a uma versão dos fatos e passam a defendê-la fervorosamente perderam a capacidade de trocar ideias e aprender. Isso pra mim é fanatismo.

::Lugares Apaixonantes pelo Brasil::

01/08/2020

Mais um projeto 100% voluntário e solidário do qual participei, junto de 70 produtores de conteúdo espalhados pelo Brasil e pelo mundo! Vem pra mostrar como é LINDO o nosso Brasil e apoiar pessoas em situação de vulnerabilidade. Já atingimos 35% da meta! Contribua você também e conheça 135 destinos no Brasil! 🇧🇷❤️

Onde acessar: por meio do link https://combatecovid.org/guiasolidario 

Como contribuir: o e-book será distribuído como recompensa para quem fizer uma doação a partir de R$ 10 para a iniciativa, valor mínimo para cobrir os custos da plataforma. Qualquer valor acima disso será muito bem-vindo! 🙏🥰🇧🇷🦋🌈

Produtores de conteúdo participantes do projeto.

Leia aqui o release completo e mais detalhes do projeto. Contribua! Vc vai amar, garanto! ❤️

::Tem novo livro vindo por aí!…::

20/07/2020
Não percam o lançamento! No livro, conto a história de superação do meu marido, Matthias. 🥰
Invitation for the launch of the new anthology where I tell my husband’s overcoming story. ❤️

Clique aqui para acessar o link do lançamento no Zoom.

::Encontro do Mulherio das Letras Paraná – Dia 1::

18/07/2020

O primeiro dia do encontro do Mulherio das Letras organizado pelo Mulherio das Letras Paraná já deixou marcas e boas lembranças.

Tivemos a Samantha Abreu falando sobre O Lugar do Poeta. Ela nos deu uma ideia de quantas escritoras, prosistas e poetisas brasileiras foram esquecidas e atacadas durante a História, que permitiu que poucas delas se sobressaíssem no cenário literário nacional, pois houve muitas vezes a tentativa de calar suas vozes, atacá-las diretamente ou sua família.

A Samantha nos ensinou que houveram até agora cinco ondas da literatura brasileira, a saber:

  • 1a. onda: 1830-1870 – educação básica, alfabetização da mulher, direito a ler e escrever;
  • 2a. onda: 1870-1920 – direito ao voto (sufragistas, jornalistas, militantes)
  • 3a. onda: 1920-1970 – sexualidade, desejo, literatura com temas femininos
  • 4a. onda: 1970-2020 – resistência e questionamento ao Golpe Militar e à Ditadura. Foi quando o movimento Mulherio que deu origem ao atual Mulherio das Letras foi fundado, em 1981 através da Fundação Carlos Chagas;
  • 5a. onda: começando em 2020, o período atual mostra um repuxe na História, onde a repressão impera de novo e tenta-se mais uma vez calar a voz da mulher e, muitas vezes, lhe negar o lugar de fala. A consequência tende a ser um tsunami ainda maior e mais forte, influenciando a produção feminina e feminista atual. Continuemos escrevendo e nos comunicando, apoiando umas às outras, em plena sororidade e reconhecimento de que nós temos e devemos falar sobre temas que estão diretamente ligados a nós.

A Samantha falou sobre várias escritoras brasileiras desconhecidas e perguntou, acertadamente, por que elas desapareceram da História e dos livros escolares.

A minha Roda de Conversa (disponível a partir de amanhã no YouTube) que tive o prazer de moderar a convite da Marilia Kubota, com a participação de Leida Reis (MG), Jeovânia Pinheiro (RN) e Vanessa Ratton (SP) tocou nos temas da expressão conjunta de coletâneas femininas. Falamos sobre com o encontro, a troca e a diversidade da expressão feminina é importante, discutimos o preconceito contra este tipo de literatura e por que ele não é (ainda) considerado para prêmios literários. Constatamos que desde 2017, o selo Mulherio das Letras já lançou várias coletâneas, algumas das quais tive o prazer de participar tanto como escritora e poetisa quando como curadora. Nós, como curadoras de coletâneas, levantamos a importância desse meio de expressão, lembrando que as trocas ficam ainda mais fortes quando saem do virtual para o real e que juntas, somos sempre mais fortes! Falamos sobre a literatura infantil, a literatura que dá visibilidade a mulheres (também negras) e da importância de incentivar a produção literária desde a tenra infância. Fomos unânimes em coro quando afirmamos que devemos apoiar as lideranças femininas e, através de nossos projetos, apoiar a arte e o trabalho feminino também no campo da correção, diagramação, produção, edição, impressão e distribuição de nossos livros, em um grande campo de sororidade que reverbera para todas e para o mundo. Comentamos também que o Mulherio das Letras tem conseguido se expressar também no exterior, já tendo contado por exemplo com coletâneas já produzidas na Alemanha e em Portugal. Falei bem rapidinho do meu projeto atual de livro, o HERstory – escreva a sua história!, informando que busco também a sugestão de temas e do que a mulher quer ler em um livro que quer empoderar mulheres para que elas vivam as vidas que elas queiram viver.

O terceiro bloco que assisti foi sobre a Violência Doméstica e Felinicídio, tema apresentado por Daniella Rech e um grupo de peso que vive e atua no Paraná. Ficou claro que o feminicídio tem aumentado e que temos que, juntas, combatê-lo pela raiz, que (ainda) faz parte da cultura machista brasileira. Até então eu não tinha noção do quão agressivos os atos de feminicídio no Brasil são, pois geralmente a mulher é atacada no pescoço, rosto e coração, em regra por parceiros e ex-parceiros que desfiguram a mulher, destroem seus rostos na ideia de posse, ódio e no entendimento de que se não podem tê-las como seus objetos de uso pessoal, irão destruí-las também para outros… Ficou claro que ainda há muitas mulheres que têm medo de denunciar a violência que lhes acomete, que não é claramente só física, mas também psicológica, e acontece de várias formas tais como p.ex. coerção, manipulação, retirada de participação e de expressão, desconsideração no ambiente familiar e na educação dos filhos, assédio, etc., culminando com a violência visível física e, muitas vezes, com a morte.

O código penal brasileiro, através do artigo 139, que foi escrito em 1940, ainda limita muito a definição do que é a violência contra a mulher e temos que ficar constantemente alertas, denunciar casos e fazer valer a nossa voz através do voto e da participação política para ir, aos poucos, mudando esse quadro alarmante onde o Brasil aparece como líder em mortes por feminicídio e também de pessoas trans. Portanto, as punições deveriam ser ainda mais severas para ajudar a cortar o mal pela raiz e a nos tirar desta triste liderança mundial…

Mas por que a violência, muitas vezes, não é denunciada? Foram levantadas tantas razões pelas participantes! Vamos ver se eu consigo reunir algumas delas:

  • Desconhecimento pessoal da definição do que é um ato de violência;
  • Falta de recursos e/ou dependência financeira do parceiro;
  • Crença de que o ato foi isolado e de que se trata de um acontecimento pontual, de que o parceiro vai mudar;
  • Desconhecimento de seus direitos e de onde buscar ajuda contra a violência;
  • Medo de perder o emprego (quando a agressão acontece dentro da empresa onde trabalham);
  • Medo de que o companheiro ou marido perca seu emprego;
  • Medo de buscar ajuda e de não receber apoio p.ex. na delegacia, de ser ridicularizada;
  • Vergonha, medo de se expor, medo de mostrar a honra denegrida;
  • Medo de denunciar e ter que rever o agressor;
  • Opinião de que não adianta denunciar, porque nada irá ser feito efetivamente contra o agressor;
  • Sentimento de culpa da própria mulher que sofreu a agressão, tomando o lugar do agressor;
  • E muitos outros medos e receios, conscientes ou não.

Como uma pessoa que também já foi alvo de agressão, incentivo mulheres a terem consciência dos tipos de violência e de denunciar SIM, quer seja sozinhas, quer seja de forma coletiva. E a mostrar limites desde o início dos relacionamentos, não esperando que os sinais aumentem para agir, quando muitas vezes já pode ser tarde demais. O problema entre homem e mulher não é um problema dentro das quatro paredes, mas sim um problema da sociedade. A mulher retratada pelo olhar e fala do outro já é uma forma de violência! Quando nós mulheres nos expressamos na arte, muitas vezes falamos daquilo que povoa a nossa mente, como nossos medos (do machismo, de nos expressarmos, de usarem nosso corpo, medo de homem e medo de morrer, também por feminicídio, medo de opressão, estupro, apagamento, falta de lugar, perda ou ausência da conquista do lugar da fala)…

Falemos! Escrevamos! Busquemos nos expressar com sororidade e apoio mútuo! Hoje tem mais discussão no encontro do Mulherio das Letras Paraná! Todas acessíveis através do canal do YouTube. E a partir de amanhã as discussões de ontem também estarão disponíveis no YouTube. Continuemos as trocas! Já somos quase 7.000 escritoras brasileiras e provavelmente o maior encontro feminino brasileiro da atualidade. Temos que ter consciência da nossa força que não está limitada ao Brasil, mas ecoa no mundo.

::Mulherio das Letras – Roda de Conversa::

16/07/2020

Amanhã na sexta-feira, 17/07/20, teremos uma roda de conversa promovida pelo Mulherio das Letras sobre coletâneas de mulheres.

A moderação ficará por minha conta, com participação das curadoras e escritoras Vanessa Ratton, Leida Reis e Jeovânia Pinheiro.

::Mulherio das Letras::

08/07/2020

Já somos quase 7 mil mulheres escritoras espalhadas pelo mundo! Na sexta que vem vou estar moderando uma roda de discussão sobre coletâneas femininas em língua portuguesa no Brasil e no mundo! E que venham mais livros e mais coletâneas femininas! Continuamos firmes e fortes na produção de arte sob a perspectiva feminina!

::Redução do imposto de circulação de mercadorias na Alemanha::

07/07/2020

Mesmo no caso de quem acha a palavra longa ou não entende a sigla, mas mora na Alemanha, vai se interessar pela notícia: o governo alemão reduziu o imposto de circulação de mercadorias entre 01/07-31/12/20 para incentivar o consumo. Em alemão o nome é Mehrwersteuer ou a sigla MwSt.

Agora pagamos 16% ao invés de 19% e no caso do imposto reduzido 5% ao invés de 7%.

Para quem compra um pão ou um do item pode parecer pouco, mas se fizer compras maiores, não deixe de checar se o imposto foi reduzido! Não existe obrigação por parte das empresas de repassar essa redução, mas grandes cadeias de empresas já anunciaram que repassarão a redução para o consumidor final.

Semana passada fomos comprar um móvel e algumas coisas para nossa cozinha. Depois de vermos uma pessoa fazendo o mesmo, pedimos a redução e economizamos alguns euríticos. Fica a dica!

Fontes: diversas, já que a medida foi anunciada em todos os meios de comunicação na Alemanha, dentre elas este artigo.


%d blogueiros gostam disto: