::Votar certo é questão de vida ou morte!:::

13/05/2022

Que isto sirva de um grande ALERTA para TODOS OS BRASILEIROS, VOTAR CERTO é questão de VIDA ou morte
Lembrem-se: votar é um ato democrático e votar bem ajuda, em muito! Li o texto abaixo pro meu marido (distribuído dentro da onda dos fake news no Brasil), que não contém NENHUMA parte verdadeira a não ser o vídeo da BBC que o acompanha, e ele comentou que 6 mil alemães em uma população de mais de 80 milhões não dá nem pra fazer com que a Alemanha perceba que esses se foram…

Segue o texto para o seu espanto:

Mais de 6 mil alemães fugindo do socialismo na Alemanha 🇩🇪, indo para o Paraguai!!🇵🇾.
Embora a repórter seja tipicamente tendenciosa como de praxe da BBC, este documentário é excelente, mostra uma realidade que não ouvimos na mídia.
MILHARES de alemães fugindo para o Paraguai para de 2020 para cá, deixando o conforto de um dos países mais ricos e modernos do mundo, largando suas vidas e mudando-se com suas famílias para o interior do Paraguai.
O motivo???
LIBERDADE!
A perseguição sanitária implementada desde o advento do covid;
A invasão de imigrantes muçulmanos, que em sua maioria, desrespeitam às crenças e regras do povo alemão;
As medidas DITATORIAIS por parte dos governantes cada vez mais intensas desrespeitando as liberdades individuais dos alemães;
E, o aumento desenfreado da violência às mulheres alemãs como estupros praticados por imigrantes e as invasões às propriedades rurais dos alemães sem qualquer punição e combate.
São alguns dos principais motivos pelos quais os alemães, de todas as idades, estão deixando seus empregos e vidas em seu país e começando do ZERO na América do Sul.
Que isto sirva de um grande ALERTA para TODOS OS BRASILEIROS, VOTAR CERTO é questão de VIDA ou morte, para que num futuro próximo não estejamos na mesma situação que os alemães, o mundo está caminhando mal e nós somos privilegiados em ter um Presidente chamado Jair Messias Bolsonaro cuidando do nosso Brasil?

Pronto, o texto doido chegou finalmente ao final!… A usina de fake news do Brasil, fruto do desgoverno atual, é uma piada!…

::Entre dois mundos::

18/03/2022

Hoje num grupo de WhatsApp um amigo disse que já disse “eu kommo” (já venho) pensando em alemão.

Mas todos nós falamos coisas estranhas, tipo “estou no balcão“ ao invés de varanda, quero cortar meu cabelo “em estufas“ ao invés de repicado, “demonstração“ ao invés de manifestação e por aí vai. 😅

E você, o que já falou de muito esquisito misturando idiomas?

::Entrevista em inglês::

04/03/2022

Dei uma entrevista em inglês para este site aqui, leia lá e comente aqui o que achou!

Enquanto isso, a guerra na Ucrânia tem me deixado muito pensativa…. Enquanto penso, sofro calada, teço crochê ou palavras. NADA justifica a guerra. Eu não entendo como algo assim pode estar acontecendo… O serumaninho não evolui… muitos são guiados pelo ego, e os cidadãos que não podem influenciar em nada o jogo político, é quem paga a conta…

::E então estamos em Guerra…::

27/02/2022

E entramos no 4. dia oficial da Guerra da Rússia contra a Ucrânia. Contrariando o sistema de inteligência americano e especialistas alemães, que afirmaram que em 72 horas a Ucrânia teria perdido a guerra, ela continua… Todos ucranianos homens entre 18-60 anos estão proibidos de deixar o país e 17% dos que lutam são mulheres. Eu, 1000% pacifista, teria deixado o país, mas admiro MUITO quem ficou.

Imagine que uma guerra é declarada e ninguém aparece pra lutar? Já li declarações de 5 mil soldados russos que anunciaram desertar e não invadir a Ucrânia. Tomara que seja verdade! Que venham mais e mais!

A Alemanha anunciou ontem à noite que vai mandar armas para a Ucrânia. O mundo ocidental anunciou que vai cortar a Rússia do sistema financeiro SWIFT, tornando impossível a troca de mercadorias entre a Rússia e outros países. As riquezas da oligarquia russa estão presas no ocidente, mas ainda falta o posicionamento da Suíça.

Como citei, agora falta o posicionamento da Suíça, que está sendo MUITO criticada atualmente. Ela tem que sair do muro, prender o dinheiro da oligarquia russa e entrar no corte do SWIFT. Por enquanto o Putinho e comparsas devem estar ainda calmos porque devem ter muita grana lá na Suíça…

Para a EU e a Nato não tinha sobrado outra opção a não ser apoiar a Ucrânia firmemente, porque a única opção para a humanidade é que a Ucrânia ganhe essa guerra, pois ninguém sobreviverá a uma guerra atômica. Tomara que todos reconheçam este fato e apoiem o único lado possível no momento: o da vida no planeta.

E pra quem não leu ainda, a internet da Ucrânia está sendo provida por satélite pelo Elon Musk.

Uma vitória da Rússia seria ruim para todo o mundo ocidental e, dentre outras questões, prenúncio de mais ataques deles e da China (p.ex. contra Taiwan).

No Twitter, acabo de ler um post de @yermolenko_v que pensa como eu: “Ukraine will be victorious, will cause collapse of Putin and Lukashenka and bring freedom to Eastern Europe. That’s our destiny and mission.”

Meu firme desejo: a Ucrânia será vitoriosa, causará o colapso do Putin e do Lukashenko e trará paz para a Europa Ocidental. Este é o nosso destino e a nossa missão.

::Dois anos de pandemia – e por onde anda a fé na humanidade?::

21/02/2022

Já estamos metidos nesta lenga-lenga há dois anos, e a capacidade comercial e mercantilista do ser humano o fez capaz de criar máscaras de luxo, perceber que oferecer testes de COVID dá dinheiro… O ser humano capitalista sempre acha um novo método de como fazer dinheiro. 

Enquanto isso, as tragédias não querem cessar, enquanto a natureza continua avisando que a estamos destruindo e ela joga fogo, ar (ventos fortes, furacões), água, todos os elementos nos são devolvidos, um após o outro, para que talvez consigamos perceber que CHEGA, que temos que implementar medidas imediatas para nos salvar, para salvar nosso planeta, se quisermos que ele continue a ser a casa das próximas gerações. 

A mesquinhez do ser humano potente e louco pelo poder não deixa por menos e coloca o mundo mais uma vez à beira de uma guerra imbecil, inútil, desnecessária. Cá estamos nós, em pleno fevereiro de 2022, como se nunca tivéssemos passado por tanta tragédia, discutindo sai dia, entra dia, sobre o perigo eminente de uma guerra entre o ocidente e a Rússia ante uma possível invasão da Ucrânia. Me poupem, eu quero descer!… Por outro lado, vemos a mesquinhez individual correr também solta nos exemplos do Tinder Swindler e da Anna russo-alemã que passou a perna em toda a high society de Manhattan enquanto eles tinham como objetivo mera e simplesmente aumentar sua própria riqueza e campo de influência. 

Mas enquanto tudo parece mais o fim de um mundo que talvez não nos mereça, eu busco luz. Luz nos encontros possíveis do dia a dia. Luz nas trocas dignas de irmãs que vêem o massacre nu e cru de um Brasil machista e desigual, mas não o aceitam. Mesmo tendo ficado boquiaberta com um estudo da Universidade de Brasília sobre grupos masculinos durante a pandemia, sobre quais mensagens muitos homens brasileiros trocaram durante meses na pandemia, eu passo pela nojeira do artigo, ainda que necessário, e me vejo discutindo com mulheres que querem crescer e ajudar outras a crescer, a ocupar seus espaços, a se abraçar enquanto pessoas, com todas as suas partes e verdades que elas levam consigo: gorduras, rugas, cabelos brancos, celulites, tudo e mais um pouco com o que elas se preocupam, levando em conta também que muitas outras estão lutando lutas bem mais duras como a da pobreza, da doença, da saúde física e mental debilitadas. Elas buscam por qualidade de vida, e se voltam para si – interessante quando vejo em um grupo de homens o movimento inverso, que não se voltam para si, mas contra as mulheres. Parece que ainda vale a pena atacá-las, então?

Parece que sim, vale sim. Ainda que cumpramos muito mal o nosso papel de nos representar, de nos solidarizar, de manter nossa bandeira bem no alto, mas ainda assim incomodamos, ainda mais durante a pandemia. Mesmo que durante a pandemia tenhamos conseguido dar muitos passos para trás, porque a pobreza da mulher aumentou, muitas mulheres estão pedindo para reduzir seu horário de trabalho para dar conta dos afazeres pandêmicos que incluem casa e filhos estudando em casa, e enquanto muitas meninas não voltam para as escolas simplesmente porque enquanto estavam em casa durante a pandemia foram casadas por seus pais, e agora se ausentarão para sempre das aulas. Tarde demais para elas, infelizmente. 

No meio desta lama, continuamente à procura de luz, eis que anuncio três ou quatro possibilidades encontradas com muita dificuldade durante a pandemia, umas por acaso, outras fruto de muita pesquisa e planejamento, outras por investimento puro e simples, o de respirar e fechar os olhos. Vejamos:

  1. Fechar os olhos, respirar e buscar o meu mundo interior foi uma das melhores atividades até agora durante a pandemia. Ainda que eu reconheça que o simples ato descrito anteriormente nem sempre – ou quase nunca – faça com que eu consiga visitar meu mundo interior, pelo menos – e que maravilha poder dizer isso! – agora eu tenho um, só meu. Lá sempre faz sol! Já o visitei com riqueza de detalhes. Mas continuo explorando, sempre quando minha inquietude deixa. 
  2. Viajar nunca foi tão essencial quanto é agora. Dar aos olhos o presente de ver coisas diferentes, respirar outros ares e encher a memória de outra coisa que não seja os detalhes das nossas quatro paredes se tornou algo essencial, ainda que muito mais caro, capitalismo, pandemia e inflação que o diga! Ainda assim, repito. Essencial!
  3. Ter fé também é imperativo. Tento intercalar a avalanche de notícias ruins com coisas, conversas, exemplos, livros bons! Um deles, indico em alto e bom som, o documentário 2040 na Netflix. Que todos, principalmente os mais jovens o vejam, pois o mundo precisa de mais fé e esperança, não só no que pode vir, mas acima de tudo naquilo que já existe e está sendo feito HOJE de bom no mundo.
  4. Completando um ano de lançamento do meu último livro, o HERstory, continuo na reflexão de como nós mulheres não conhecemos a nossa própria HERstória, como muitas de nós tem vergonha de dizer que sim, somos feministas, não porque somos contra os homens, mas sim porque queremos andar lado a lado com eles na construção de um muito mais justo, solidário e igualitário para ambos. Neste sentido, indico um documentário que acabei de achar por acaso também no Netflix, durante o qual aprendi muito e, munida do gás que ele me deu, escrevi estas linhas – deixei passar muito tempo sem escrever!… Se você, homem ou mulher, jovem ou velho, não importa quem seja, se estiver com tempo e não tiver nada urgente para fazer na próxima hora que segue, sugiro: largue tudo, aperte o botão e assista este documentário histórico das lutas femininas que é o Feministinnen: was haben sie sich gedacht? (Feministas: o que elas estavam pensando?). Da cineasta independente americana Johanna Demetrakas. O documentário é de 2018, mas é como se tivesse sido feito ontem. No meio do documentário aliás uma mulher se pergunta por que ainda tem que ir às ruas para protestar pelas mesmas coisas sobre as quais já tinha protestado há anos junto de sua mãe.
  5. A lista poderia ser interminável e é por isso que eu peço as suas dicas para se manter lúcido e vivo. Obrigada pelos comentários!

P.S.-Se houver algo que você goste muito de fazer como no meu caso com relação à escrita, não fique meses a fio sem praticar. Isso desconecta neurônios… Passei pelo menos o mesmo tempo escrevendo quanto procurando uma maneira de acessar meu blog. Enfim…

::Sugestão de vídeo sobre a Alemanha!::

30/09/2021

Tem um vídeo super interessante sobre a História alemã e como os alemães a vêem aqui (em inglês com subtítulo em alemão)! Depois me contem o que acharam dele!

::A metade do mundo é nossa::

29/09/2021

Se tem coisa que me deixa intrigada é o fato das ideias andarem voando por aí e conseguirem habitar as mesmas cabeças num mesmo momento, em diferentes partes do mundo e em diferentes idiomas. Foi assim que o avião foi inventado quase que na mesma época por Santos Dumont e os irmãos Wright.

Qual não foi a minha agradável surpresa ao descobrir uma série de documentários sobre a história das mulheres, feita aqui na Alemanha para a tevê e recém lançada, que foi intitulada…. HERstory!

E a descrição do seriado lembra muito a intenção que tive quando lancei meu último livro:

“Durante séculos, os homens contaram e interpretaram a história, escreveram a HISTÓRIA, foram a medida e o padrão para a ciência, jurisprudência e engenharia. A HERstory defende: chegou a hora de finalmente pintar o quadro inteiro.”

São quatro capítulos que tratam de medicina, queda do Muro e a vida na Alemanha Oriental, guerras e a vida na Alemanha depois da 2a. Guerra, tudo mostrado sob a perspectiva das mulheres. Imperdível! Eu diria que aprendi muito com essa série, mesmo morando aqui há tantos anos. Nunca é tarde para aprender, cada dia um pouco mais! Para assisti-los, clique aqui. Estão disponíveis por tempo limitado!

E por falar em aprender, vi um outro documentário também, na minha opinião, imperdível. Conta a história dos movimentos femininos na Europa até que fosse alcançado o direito ao voto feminino. O nome já diz tudo: “A metade do mundo é nossa – quando as mulheres conquistaram o direito ao voto”. Para assistir a recapitulação desta parte importante da HERstory, clique aqui.

Já estou curiosa para saber sua opinião sobre os documentários e aguardo outras dicas!

::Frio no Brasil e inundações na Alemanha::

16/07/2021

Para quem ainda continua achando que não há mudanças climáticas acontecendo por aí, temos no momento dois bons exemplos aqui na Alemanha e também no Brasil.

No momento temos visita de parentes da Espanha que disseram nunca terem presenciado tanta chuva em toda a sua vida! E devido às mudanças climáticas as frentes frias não têm se movimentado como antes, com isso se chove muito, a precipitação é maior no mesmo local.

Ontem vi as cenas de inundações que aconteceram nos últimos dias em diversas cidades do centro-oeste da Alemanha. Casas literalmente desapareceram ou foram bastante danificadas, carros foram levados pela água como se fossem de papel, estradas e pontes foram destruídas. E o pior: até agora mais de 80 pessoas (!) morreram, muitas outras estão desabrigadas, além de centenas desaparecidas. Estas cenas foram ainda mais impactantes porque para mim isso era impossível, pois as casas aqui têm uma construção muito forte. Essa coisa de casa destruída por ação de mudanças climáticas para mim era algo que acontecia nos EUA onde as casas são muito mais frágeis. Erro meu.

O número de mortos ainda pode aumentar muito, pois muitos não são localizados no momento porque a comunicação por celulares está interrompida. Em algumas regiões afetadas não há energia, a água potável foi contaminada e/ou está sendo racionada. Um cenário que levará bastante tempo para voltar ao normal. Mais um trauma coletivo no meio da pandemia, mas onde muitos estão presenciando solidariedade em um momento de dor. Que essas pessoas tenham muita força e fé!

E no Brasil a questão é a do frio. Minha mãe me contou que nunca passou tanto frio como no inverno atual. Menos de 10 graus sem calefação e sem roupas apropriadas, por um grande espaço de tempo, não é brincadeira!…

Pra ajudar vocês quanto ao frio: vistam muitas camadas finas de roupa. Protejam principalmente as extremidades: pés, orelha, cabeça, mão (no meu caso pescoço tbém). Não deixem o frio “pegar” em nenhuma parte do corpo. Uma vez fui numa feira e o frio pegou atrás do meu joelho. Essa era a primeira parte do corpo que doía quando esfriava nos outros anos.

Ah sim, sapatos: quando cheguei aqui não acreditava nisso, mas bons sapatos no inverno são imprescindíveis. Tive que perder o ônibus e ter quase os dedos do pé congelando e sentir muita dor para aprender. A gente costuma aprender ou por experiência dos outros ou por dor própria. Naquela época escolhi o caminho mais difícil.

E como está o tempo aí onde você mora? Tem mais uma dica quanto ao frio?

::Alguém conhece alguém?::

12/07/2021

PROCURO HISTÓRIAS DE MULHERES QUE FORAM AS PRIMEIRAS DA FAMÍLIA A FAZER FACULDADE A PARTIR DAS POLÍTICAS DE ESTADO CRIADAS NA ÚLTIMA DÉCADA.

A cineasta Ana Muylaert, diretora do filme Que horas ela volta? busca histórias reais de meninas que acessaram o ensino superior através dos programas de acesso que transformaram as universidades brasileiras na última década para a realização do documentário JÉSSICAS.

Aconteceu com você?
Conhece alguma amiga que conseguiu romper o ciclo histórico de poucas oportunidades de estudo e ingressou no ensino superior pelo PROUNI, COTAS ou FIES ?

Valem histórias de profissionais já formadas que estão no mercado nacional ou já ganharam o mundo e priorizo mulheres fora do eixo RJ-SP

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE: Por já ter encontrado muitas profissionais de humanas, priorizamos também histórias de profissionais de Ciências Exatas e Biológicas (medicina, tecnologia, engenharias, pessoal do mundo digital, da aeronáutica, computação… etc).

Envie um inbox contando sua história para a repórter Flávia Martinrlli ttps://www.facebook.com/flavia.martinelli.10
ou
na página:
https://www.facebook.com/jessicasofilme

OBRIGADA!!!!

::Sempre aprendendo!::

15/06/2021

Aprendendo com a Chimamanda, agora através da entrevista dela no Roda Viva.
“Quando os direitos forem iguais para ambos os gêneros, não precisaremos mais do feminismo. “

Aprenda, como eu aprendi, mais sobre História, justiça social, o perigo das histórias únicas, a importância de símbolos/modelos/exemplos e por que todos deveríamos ser feministas. Uma mulher (homem/pessoa) pode se interessar pelo que ela quiser! E também ser o que ela quiser!
Bem notado pela autora: “Quando mulheres atacam mulheres, quem acaba tendo vantagens são os homens.”

E… ao final da entrevista, se quiser continuar refletindo sobre o tema, leia livros dela e também o meu novo livro HERstory – escreva a sua história!


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