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::Chauvinismo x sentimentos nobres::

01/02/2021

Continuo intrigada com a pergunta do meu poema de ontem sobre a reação masculina (de certa parte dos homens) com relação à mulher. Ela naturalmente não está só limitada às mídias sociais, este sentimento de desprezo e superioridade com relação às mulheres acontece muitas vezes dentro e fora da vida real.

Fiquei lembrando daquelas mil piadinhas sem graça que costumava ouvir durante a infância e a adolescência, que invariavelmente falavam mal de grupos considerados mais fracos como o das mulheres, e refletindo que muitas de nós aceita e deixa passar muita coisa porque não temos consciência da violência e do ataque, da verdadeira mensagem que está por trás da piada. E assim, aceitando uma piadinha aqui, outra piadinha ali, nossa consciência vai sendo formada ou até moldada.

Lendo sobre o chauvinismo, aprendi que ele surgiu na segunda metade do século XVIII, deriva de um soldado de Napoleão (Nicolas Chauvin) que demonstrou grande patriotismo, teve o sentido da palavra deturpado ao longo do tempo e pode ter hoje em dia, em resumo, os seguintes significados:

  • Opinião exacerbada, tendenciosa ou agressiva em favor de um país, grupo ou ideia;
  • Rejeição radical a contrários, desprezo às minorias, entusiasmo excessivo pelo que é nacional, e menosprezo sistemático pelo que é estrangeiro;
  • Chauvinismo masculino: denegrir, desprestigiar e paternalizar um determinado gênero por considerá-lo inferior ao outro, e, portanto, merecedor de um tratamento ou benefício inferior à igualdade

E a reação da mulher contra o ataque vindo do sexo oposto, qual deve ser, ou qual é? A comediante e escritora americana Ilana Glazer, que diz ter se tornado feminista nos anos 70 por não concordar com o chauvinismo masculino, pontua acertadamente que a melhoria das condições de vida das mulheres não pode e não deve significar algo negativo para os homens, mesmo que este desequilíbrio entre os gêneros já estivesse passando da hora de ser tratado. A resposta para o chauvinismo masculino não pode ser que estejamos contra os homens, mas deve estar baseada no respeito mútuo e no tratamento justo (equidade). Temos todos que ir juntos na construção de um mundo novo, que talvez desponte na era pós-pandemia, quem sabe… A esperança é a última que morre!

Pode achar estranho a princípio, mas a meu ver um mundo “ideal” poderia ser um onde existisse um alto nível de altruísmo, e onde as pessoas fizessem o máximo para alcançar, ao mesmo tempo, sua felicidade máxima individual.

E querer melhorar o mundo, sendo altruísta, pode ser egoísta ao mesmo tempo? A resposta é sim, pois quanto melhor os outros estiverem, melhor tenderemos a nos sentir. Se queremos buscar respostas para problemas comuns, vivendo em uma sociedade que tem maior capacidade de inovação, teremos mais recursos para tanto. Um exemplo imediato seria a crise atual do coronavírus, no caso da busca de vacinas e medicamentos. A busca por objetivos comuns se torna mais fácil se há mais pesquisadores trabalhando em conjunto, se há maior condição de desenvolvimento e teste de novos atenuantes para a pandemia. Isso explica até porque as vacinas puderam ser desenvolvidas em um prazo recorde de tempo: temos cooperação internacional, altos investimentos, alta demanda e muitos casos nos quais as vacinas estão podendo ser testadas com grande agilidade. Recomendo muito que assistam o vídeo abaixo que sustenta essas ideias:

Em um mundo positivo, quanto melhor as outras pessoas estiverem, melhor você mesmo estará. Há um ganho visível para todos quando mais pessoas tiverem acesso à educação, inovação e prosperidade.

O filósofo Ayn Rand, dentre tantos outros que tocou neste assunto, defendeu a ideia de que a única maneira de garantir a liberdade vivendo em sociedade é através do egoísmo ético, onde cada um procura agir segundo seus interesses individuais.

Cuidar bem de si, o que poderia ser visto como um ato egoísta mas na realidade é um ato de auto-compaixão, ao mesmo tempo em que cuidamos bem do outro também, é o que poderia ser denominado um egoísmo ético universal, pode fazer com que o mundo melhore para todos, pois afinal, estamos todos interligados, respiramos o mesmo ar e até agora ainda habitamos o mesmo planeta.

Independente do que cada um de nós acredita, se pensarmos em todos os tipos de religião, que afinal de contas são várias maneiras de tentar explicar a realidade invisível, vemos que a essência de todas elas busca o mesmo fim, tratar o outro como gostaríamos de ser tratados, amar e ser amado. Achei este artigo com um gráfico muito bom, na minha opinião, apresentando a essência de varias religiões.

E para fechar esta linha de pensamento do bem, como que “por acaso” acaba de cair nas minhas mãos este artigo afirmando que fazer o bem melhora sua genética e sua saúde. E já que chegamos ao fim da “volta ao mundo” no universo do pensamento, que invariavelmente chega aos assuntos relacionamento, tempo ou pandemia no meu grupo de desenvolvimento pessoal, aproveito para fechar com o melhor vídeo que já vi até agora explicando como o coronavírus atua quando entra no corpo de um ser humano. Vale a pena se informar! Nos comentários do YouTube alguém disse que aprendeu mais com este vídeo do que com todos os artigos e reportagens que já tinha lido e visto até o momento.

Boa semana para todos e se tiver mais alguma ideia sobre o assunto proposto, aguardo um comentário!

Como pode imaginar, muito do que toquei acima faz parte do meu novo livro, o HERstory – escreva a sua história! Para ver onde adquirir, visite a seção “Os livros e onde comprar“. Opiniões de leitores sobre o livro? Leia aqui.

::Bem isso!::

23/01/2021

::Volta ao mundo com a Mineirinha – podcast VM80F::

19/01/2021

Um amigo da Índia sugeriu que eu participasse de um podcast produzido no interior mineiro sobre viagens e fotografia, o Volta ao Mundo em 80 Fotos. Obrigada, Gau!

Daí surgiu um bate-papo com o Marcos e o Júlio onde falamos de viagens dentro e fora do ser humano, sobre fotografia, pandemia e tantas outras coisas mais. Ficou curioso? Ouça o podcast aqui ou em outra plataforma na internet e depois me conte sua impressão sobre ele!

::Balanço e sororidade::

03/01/2021

Interessante! Quanto mais falo sobre o meu novo livro, mais percebo como uma palavra interessantemente é desconhecida das pessoas, não importa em que idioma. Trata-se da palavra sororidade, uma das razões pelas quais escrevi o HERstory, que significa o apoio que uma mulher pode dar à outra, um ato de amor e solidariedade entre mulheres. O que naturalmente não quer dizer que o livro não tenha um conteúdo que possa e deva ser lido por homens, muito pelo contrário. Já tive a honra de ter o livreiro da Livraria Páginas, que me entrevistou durante a live do lançamento, como o meu primeiro leitor homem. Ganhar a perspectiva de homens que querem entender melhor a condição feminina é uma benção em rumo à busca do equilíbrio de forças femininas e masculinas, que todo ser humano tem, no mundo. Não somos oponentes, não estamos em luta, portanto deveríamos estar nos apoiando também em termos de gênero, o que nem sempre faz parte da realidade, eu sei, mas é o meu ideal e a razão pela qual eu escrevo. Escrever é terapia e liberta!

Juntando-se a esta percepção, presencio também as coincidências que a vida vem me trazendo, talvez também por causa do livro, penso eu. Pois o livro chama seu autor e seus leitores, na minha opinião. Hoje foi o dia de me deparar com uma companheira de viagem, que afirma que os nossos dons sempre arrumarão um jeito de nos encontrar. Bem na linha do HERstory! Vamos trocar nossos livros! Que felicidade!

E provavelmente amanhã o meu próprio exemplar vai chegar às minhas mãos! Para quem escreve, esta é uma emoção ímpar, semelhante a quando damos à luz aos nossos filhos! É um filho literário, na realidade! Outro livro que vai chegar até a mim é o da última coletânea da qual participei este ano: Contos, Contas e Surtos da Pandemia. Dois presentes!

O bonito foi que hoje, inesperadamente, vendi um livro para uma pessoa que não fala português como língua materna, mas entende o português, por ter interesse no tema como mulher e pela nossa conexão através da Hildegarda de Bingen.

Nos últimos dias consegui também, um presente para mim, escrever quatro poemas para participar de duas novas coletâneas. Fiquei feliz, pois um poema só sai quando quer!…

Um dia de conexões e coincidências! Que já começou de madrugada, quando olhei pra tela do meu celular e li 3:03 do dia 03/01/20. Muito mágico para quem gosta de sinais como eu!

Quais são ou foram os seus últimos sinais?

Deixa eu voltar para o meu crochê. Ele, junto à escrita, leitura e o acompanhamento de muita música ao longo do dia têm sido minhas válvulas de escape nesta quarentena. E as suas? Mais algumas sugestões para me passar? O Facebook me lembra todo dia das coisas ótimas que andei fazendo nos últimos anos, entre as passagens dos anos, e ao mesmo tempo que adoro relembrar, fico na esperança de dias melhores.

Há dois anos atrás, escrevi o poema abaixo, que eu traduzi hoje para o inglês:

Ponto de Nada

Em algum lugar do universo

Pontinhos de nada que somos

Fazemos sentido para alguém

Alguém sabe quem fomos

Quanta gratidão

Escondida nesse fato

Um montão de alegria

Resumida em um retrato

Amor incondicional

Lágrima no olhar

À moda tradicional

E tudo muda num piscar

Sandra Santos – 31/12/18

Point of nothing

Somewhere in the universe

We are little dots of nothing

We make sense to someone

Someone knows who we were

How much gratitude

Hidden in this fact

A lot of joy

Summarized in a portrait

Unconditional love

Tears in the eye

In the traditional way

And everything changes in a flash

Sandra Santos – 31/12/18

::Exercício::

23/12/2020

Ano de 2020

Coronavirus

COVID-19

Mortes

Pandemia

Lockdown

Quarentena

Tanta coisa pra digerir!

Ano de 2020

Tenho um trabalho

Tenho saúde

Minha família está sã

Tenho amigos

A vacina foi anunciada

Tenho fé

Tanta coisa para agradecer!

Sandra Santos – 23/12/20

::Para os negacionistas de plantão:

22/12/2020

Perguntas para os negacionistas de plantão:

– Por que a Alemanha teria tomado a decisão de vacinar todos os habitantes acima de 80 anos e toda a classe médica em uma primeira fase de vacinação se não tivesse a expectativa de que a vacina é o melhor meio de combate contra o coronavírus?

– Se já existissem remédios ou vitaminas de fácil acesso e baratos no combate contra o COVID, por que a Alemanha e todos os países da Comunidade Européia teriam tomado a decisão de instalar um lockdown que os estão levando a enfrentar a maior crise econômica desde a Segunda Guerra Mundial?

– Por que a Ivermectina continua sendo indicada no Brasil como remédio paliativo contra o coronavírus, sendo que foi proibida para tal uso no meio de 2020 na Europa e não tem mais patente? Que laboratório teria sido louco de colocar a fórmula de sua suposta galinha dos ovos de ouro acessível na internet para qualquer um?

– Uma vacina não é só um ato de cuidado para com você, mas para a comunidade onde está inserido. Quantas doenças você já deixou de ter na sua vida graças às vacinas desenvolvidas ao longo de várias décadas de pesquisa, como p.ex. difteria, poliomielite, coqueluche, varíola, etc.?

– Todos os insumos farmacêuticos usados na produção de remédios e vacinas na atualidade vêm ou da Índia ou da China. Você vai deixar de se medicar por causa disso?

– Se você ficar doente irá querer ser tratado por um médico ou por um político? A prevenção é melhor do que a cura! Isso porque o coronavírus é visto por alguns médicos como muitíssimo mais agressivo do que o vírus da gripe, pelo fato dele conseguir atacar vários órgãos no corpo como o coração e o cérebro, por exemplo. As sequelas podem ser terríveis, mesmo no caso de pessoas jovens e saudáveis.

Tem mais argumentos? Escreva nos comentários!

::Sua alma, sua palma::

19/12/2020

Cresci ouvindo muitos provérbios, fruto da sabedoria popular que também era repassado no dia a dia de convivência da minha família, um deles era o “sua alma, sua palma”, que está ligado ao conceito de desobediência e consequência. Ele é usado quando alguém quer avisar a outra pessoa que se ela fizer algo errado, sofrerá as consequências.

Pois bem, penso que esse provérbio seja perfeito para o momento atual em que estamos inseridos, onde parece que estamos lutando com duas epidemias ao mesmo tempo: a do coronavírus e a da desinformação.

Tão próximos do início de uma vacinação em massa, que não irá nos proporcionar a volta à vida normal de antes da pandemia, mas irá pelo menos salvar muitas vidas, vejo o mundo discutindo, tanto quem sabe algo de medicina quanto quem sabe pouco ou nada, sobre a decisão de tomar ou não tomar a vacina, se ela é ou não confiável e a criatividade e a maldade daqueles que espalham fake news parece ter chegado ao nível máximo – ou pelo menos eu espero que este seja o caso!…

Sua alma, sua palma. Leia fontes confiáveis. Não repasse informações antes de checar sua vericidade. Reflita e pergunte para quem entende do assunto. Busque várias fontes antagônicas, forme sua opinião. Tente aprender um pouco mais sobre a história das pandemias e da produção de vacinas ao longo da História. Tome sua decisão e viva com ela. Mas, por favor, se não tiver base científica e não entender muito bem do que está falando, faça um favor à humanidade e aos seus semelhantes: guarde sua opinião para você! Você estará salvando vidas! Pois, se decidir não tomar a vacina e correr o risco de adquirir a doença e sofrer sequelas do COVID, algumas delas para sempre, pelo menos não terá o peso de consciência de ter influenciado outras pessoas a seguirem o seu caminho.

No Brasil, a desinformação pode matar mais do que o coronavírus!

Alguns dos muitos artigos que andei lendo nos últimos dias:

Como reduzir os riscos de transmitir coronavírus nas festas de Natal e Ano Novo

Cientistas da UNICAMP mapeiam desinformação sobre COVID-19 e afirmam que pseudociência se propaga como epidemia

COVID-19: “Brasil terá janeiro mais triste de sua História”, prevê pneumologista

::23 semanas::

12/12/2020

Do lockdown light pro hard

Válido a partir de hoje

Só podemos deixar nossas quatro paredes

Por razões de justa causa

O que é uma justa causa?

Ir trabalhar, fazer compras, esporte

Ir ao médico ou veterinário, sair com os bichos de estimação

Acompanhar crianças ou idosos, levar crianças à escola…

Temos tantas razões pra sair de casa!

Mas uma enorme para ficar

No quentinho do nosso lar:

Em pura paz respirar

Mesmo assim

O lago me chamou e eu fui sob chuva

Depois de comprar pães

Pra ouvir uns barulhos da natureza

Reparar nos pássaros de visita

Rever meu bom amigo

Majestoso, nem deve se dar conta

do bichinho que avassala o mundo!

Pra manter minha saúde mental

Com os olhos embaçados

Devido à combinação óculos e máscara (agradecendo que ela mantém o rosto quentinho)

Fechei os olhos: a natureza e eu somos um só

Em paz, todos voltaremos ao pó

Por uma justa causa

Volto ao meu lar

Grata pelas quatro paredes

Pela proteção do frio e da chuva

E daquilo que paira no ar

Na esperança de dias melhores

Com vacina para usar

E ar para respirar

Sem desviar

Daquele que vem me encontrar

Só querendo ver gente

E amar, e abraçar, e beijar

12/12/20 – Sandra Santos – 23. semana em casa em 2020

P.S.-Com sentimento de passarinho engaiolado, ouvi essa música do Emicida e da Vanessa da Matta e claro, gostei de cara. No clip, muitos livros!

::Lançamento: é hoje!::

26/11/2020

“Por acaso” hoje, Dia de Ação de Graças (pelo menos nos EUA), tem lançamento da obra que foi onde contei um milagre que aconteceu durante a quarentena. Vai ser hoje às 19h no Brasil, 23h na Alemanha, no site do Instagram da editora e livraria Páginas.

::Compromissos de quarentena::

19/11/2020

Vocês já chegaram à conclusão que seus armários estão cheios demais? Na realidade, precisamos só de algumas peças de roupa para sermos felizes! Kkkkkk…. Ainda mais porque todos temos aquelas peças de roupa que adoramos, e invariavelmente usamos. Não importa o que mais esteja dando sopa lá dentro do armário!… Lavamos, dobramos as peças… e as usamos de novo!

E os compromissos de quarentena, estando o dia inteiro em casa? Fiquei nos imaginando se nos filmássemos como em um jogo do SIMS. Levantamos e saímos do quarto pro banheiro, de lá vou pra sala ou pra cozinha trabalhar, quando me dá fome começo a fazer o almoço, quando quero dar uma descansada avanço no meu crochê, assisto um pouco de noticiário ou de Netflix na sala… Os gatos pedem para sair na varanda, abro a porta. Que frio! Mas olha, lá fora até que o dia está bonito, por alguns segundos o sol deu as caras. Tirei foto dele pra ele não achar que eu não o percebi hoje, tão sorrateiro! Do laptop do trabalho pulo para o meu laptop privado, passo para o encontro das primas, uma nos EUA, duas no Brasil e eu na Alemanha. Esta semana tive gravação de podcast, fui indicada para participar de uma entrevista sobre dicas de viagens para o canal Volta ao Mundo em 80 Fotos. Participei do quarto, já era tarde, a iluminação não deve ter ficado lá essas coisas!… Mas o bate papo foi legal! Depois tem mais! Tive a primeira aula de ioga com o meu grupo de sempre pelo Zoom, depois de ajudar a professora a colocar o sistema pra funcionar. Outro dia uma amiga de Frankfurt, a Silvana, me indicou uma aula de Zumba (Zuuuuummmm…. ba! Zumba no Zoom, como diz o meu marido) da qual acabo de participar. Que astral, heim Ana Paula Baiana! Pulando pra lá e pra cá com uma bandeira alemã e outra brasileira nas costas! Eu volto pra mais uma aula! E na semana que vem tem tarô, se eu gostar, indico aqui também!

Vocês notaram como nós seres humanos, e neste quesito acho que nós brasileiros damos exemplo de flexibilidade) somos rápidos para se adaptarem ao novo? De um segundo para o outro tudo continua no mundo virtual, só mudamos de cômodo e de vestimenta dentro de casa. Um ode à nossa flexibilidade!

Deixa eu ir que tenho encontro com meu grupo de crescimento pessoal, e depois vou continuar a última lida antes da impressão do meu novo livro, o HERstory – escreva a sua história! Continuamos escrevendo as nossas histórias, mesmo dentro das quatro paredes. E o fato de podermos respirar um ar sem medo, nos dá força para continuar e sorrir para a vida, para o momento presente. Um presente!


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